Hemocentro Jacareí, São Paulo

Encontre hemocentro em Jacareí. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Antonio Frizo
(11) 3263-2537
Rua Cel Arruda Botelho 558
Boituva, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Fabiola Guimaraes Porto
(12) 3021-5491
Rua Itatiba 261
Sao Jose Dos Campos, São Paulo
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Luiz Akira Okamoto
(12) 3921-6574
av Francisco José Longo,Eng, 149, An 7 Sl 72, Jd São Dimas
São José dos Campos, São Paulo

Dados Divulgados por
Claudia M Marcelino Rodrigues
(12) 3931-6573
av Elísio Galdino Sobrinho, 277, Cid Morumbi
São José dos Campos, São Paulo

Dados Divulgados por
Fred Ellinger
(14) 423-3830
Av Brigadeiro Eduardo Gomes 597
Marilia, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Heriberto Brito de Oliveira
(12) 3939-9808
Av. Cidade Jardim 1865
Sao Jose Dos Campos, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Flávio Soares de Camargo
(12) 3921-8063
r Guarujá, 21, Jd das Colinas
São José dos Campos, São Paulo

Dados Divulgados por
Leonidia Maria Altoe
(12) 3931-4160
r Corifeu de Azevedo Marques, 643, Jd das Indústrias
São José dos Campos, São Paulo

Dados Divulgados por
Jose Ribeiro de Menezes Netto
Rua Barao de Itapura 1518
Campinas, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Fabio Augusto Portes Tmbasci
(19) 3287-5500
Rua Edilberto Luiz Pereira da Silva 150
Campinas, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
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Hemocentro

Fornecido por: 

Pesquisa pioneira do Laboratório de Biologia Molecular do Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro) permitirá pela primeira vez mapear geneticamente os grupos sangüíneos da população brasileira e contribuirá para a constituição, a longo prazo, de um banco nacional de doadores de sangue. Semelhante a um censo demográfico, a identificação dos diferentes tipos de sangue por meio de avançadas técnicas de tipagem por DNA ajudará a desenvolver procedimentos mais seguros para transfusão, a cadastrar portadores de sangues raros e a prevenir doenças hemolíticas em recém-nascidos causadas por incompatibilidade sanguínea dos pais.

Coordenado pela bióloga e pesquisadora em imunohematologia Lilian Maria de Castilho, o trabalho envolve técnicas de genotipagem em que a caracterização dos diferentes tipos de sangue ocorre a partir da identificação do código genético das células sangüíneas. No sistema convencional de fenotipagem, rotineiramente empregado pelos hemocentros para identificar receptores e doadores, são utilizados procedimentos sorológicos de hemaglutinação que demonstram o produto do gene nas hemácias.

Esse método, contudo, apresenta limitações, explica a especialista: depende da disponibilidade de antisoros raros, o que, associada a outros fatores de ordem técnica, dificulta a sua utilização, tornando-o algumas vezes até mesmo inviável na rotina transfusional. Por exemplo, ainda é difícil fenotipar corretamente um paciente recentemente transfundido devido a presença de hemácias do doador na sua circulação.

"Entre os meios mais seguros para evitar as reações transfusionais em pacientes politransfundidos, como os portadores de talassemia e anemia falciforme, submetidos a transfusões constantes, os procedimentos de genotipagem molecular destacam-se como um valioso complemento dos testes de hemaglutinação e um poderoso método de auxílio no processo de identificação de anticorpos", afirma Lilian.

Técnicas

Por enquanto, a genotipagem no Hemocamp é realizada por meio de um procedimento manual denominado reação enzimática em cadeia da polimerase (PCR). A técnica amplifica as seqüências de DNA extraídas do sangue ou de secreções do paciente e informa a presença ou a ausência do gene que se deseja identificar.

O método já permitiu genotipar cerca de 500 doadores da região de Campinas cadastrados no serviço de hemoterapia da Unicamp, com a identificação de 15 genes alelos (genes de grupos sangüíneos herdados dos pais). Apesar da eficácia, a metodologia é bastante demorada e trabalhosa, observa a bióloga: a pesquisa de cada gene exige uma reação de PCR, em um processo que dura em média 8 horas.

Recentemente, o Hemocamp iniciou experimentos com uma técnica automatizada que possibilita identificar de forma mais rápida e completa um número aproximadamente três vezes e meia maior de genes.

Na técnica de microarray, ou tecnolo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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