Hemocentro Jundiaí, São Paulo

Encontre hemocentro em Jundiaí. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Sodre Sodre
(14) 3522-2633
Rua Pedro de Toledo 613
Lins, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Clinica Ela
(69) 3221-7844
r Joaquim Nabuco 2718 São Cristovão
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Clinica Medica Dr. Carlos Mamed
(69) 3224-7504
r Dom Pedro II 1707 São Cristovão
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Wu Chi Haur
(11) 3209-0112
Praça Santo Agostinho 70 - Conjunto 11
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Jose Antonio Frizo
(11) 3263-2537
Rua Cel Arruda Botelho 558
Boituva, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Clinica Porto Velho
(69) 3224-2941
av Carlos Gomes 770 Caiari
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Clinica Otorrinolaringologia
(69) 3223-8335
r Paulo Leal 381 - 1 S 102 Centro
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Clinica Maio
(69) 3226-1670
r Mane Garrincha 2900
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Aben Athar Veiros
(11) 4025-0386
Rua Convenção 550 - Subsolo
Itu, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Micromed Anat Pat Citopatologia
Av. Washington Luiz 545
Presidente Prudente, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Hemocentro

Fornecido por: 

Pesquisa pioneira do Laboratório de Biologia Molecular do Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro) permitirá pela primeira vez mapear geneticamente os grupos sangüíneos da população brasileira e contribuirá para a constituição, a longo prazo, de um banco nacional de doadores de sangue. Semelhante a um censo demográfico, a identificação dos diferentes tipos de sangue por meio de avançadas técnicas de tipagem por DNA ajudará a desenvolver procedimentos mais seguros para transfusão, a cadastrar portadores de sangues raros e a prevenir doenças hemolíticas em recém-nascidos causadas por incompatibilidade sanguínea dos pais.

Coordenado pela bióloga e pesquisadora em imunohematologia Lilian Maria de Castilho, o trabalho envolve técnicas de genotipagem em que a caracterização dos diferentes tipos de sangue ocorre a partir da identificação do código genético das células sangüíneas. No sistema convencional de fenotipagem, rotineiramente empregado pelos hemocentros para identificar receptores e doadores, são utilizados procedimentos sorológicos de hemaglutinação que demonstram o produto do gene nas hemácias.

Esse método, contudo, apresenta limitações, explica a especialista: depende da disponibilidade de antisoros raros, o que, associada a outros fatores de ordem técnica, dificulta a sua utilização, tornando-o algumas vezes até mesmo inviável na rotina transfusional. Por exemplo, ainda é difícil fenotipar corretamente um paciente recentemente transfundido devido a presença de hemácias do doador na sua circulação.

"Entre os meios mais seguros para evitar as reações transfusionais em pacientes politransfundidos, como os portadores de talassemia e anemia falciforme, submetidos a transfusões constantes, os procedimentos de genotipagem molecular destacam-se como um valioso complemento dos testes de hemaglutinação e um poderoso método de auxílio no processo de identificação de anticorpos", afirma Lilian.

Técnicas

Por enquanto, a genotipagem no Hemocamp é realizada por meio de um procedimento manual denominado reação enzimática em cadeia da polimerase (PCR). A técnica amplifica as seqüências de DNA extraídas do sangue ou de secreções do paciente e informa a presença ou a ausência do gene que se deseja identificar.

O método já permitiu genotipar cerca de 500 doadores da região de Campinas cadastrados no serviço de hemoterapia da Unicamp, com a identificação de 15 genes alelos (genes de grupos sangüíneos herdados dos pais). Apesar da eficácia, a metodologia é bastante demorada e trabalhosa, observa a bióloga: a pesquisa de cada gene exige uma reação de PCR, em um processo que dura em média 8 horas.

Recentemente, o Hemocamp iniciou experimentos com uma técnica automatizada que possibilita identificar de forma mais rápida e completa um número aproximadamente três vezes e meia maior de genes.

Na técnica de microarray, ou tecnolo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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