Hemocentro Maceió, Alagoas

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Adeisa Maria Toledo Lyra
(82) 3305-5025
Av Governador Osman Loureiro 49 - Sala 309Centro Empres. Bussiness Tower
Maceio, Alagoas
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Martins Pinto
(08) 2221-9311
Rua Buarque de Macedo 576
Maceio, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Thais de Paiva Torres Cardoso
(82) 3336-5957
R Goncalves Dias 207
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marshal Italo Barros Fontes
Rua Prof. Silveira Camerino 1065
Maceio, Alagoas
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Otavio Cristiano Leite Cavalcante
(82) 3337-3191
Rua José Freire Moura 235 - 104
Maceio, Alagoas
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
João Manoel Veras Vieira
(82) 3377-1911
Av. João Davino 799
Maceio, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Roseana Porto Farias
(82) 3221-1447
Praça Afrênio Jorge 54 - ( Praça da Faculdade)
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Lucia Coelho Xavier
822-1217
Av Comendador Gustavo Paiva 2990 - Centro Medico Iguatemi
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Vivianne Rocha de Santa Rosa
(82) 3355-8012
R Artur Bulhoes 93
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
João Manoel Veras Vieira
(82) 3377-1911
Av. João Davino 799
Maceio, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Hemocentro

Fornecido por: 

Pesquisa pioneira do Laboratório de Biologia Molecular do Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro) permitirá pela primeira vez mapear geneticamente os grupos sangüíneos da população brasileira e contribuirá para a constituição, a longo prazo, de um banco nacional de doadores de sangue. Semelhante a um censo demográfico, a identificação dos diferentes tipos de sangue por meio de avançadas técnicas de tipagem por DNA ajudará a desenvolver procedimentos mais seguros para transfusão, a cadastrar portadores de sangues raros e a prevenir doenças hemolíticas em recém-nascidos causadas por incompatibilidade sanguínea dos pais.

Coordenado pela bióloga e pesquisadora em imunohematologia Lilian Maria de Castilho, o trabalho envolve técnicas de genotipagem em que a caracterização dos diferentes tipos de sangue ocorre a partir da identificação do código genético das células sangüíneas. No sistema convencional de fenotipagem, rotineiramente empregado pelos hemocentros para identificar receptores e doadores, são utilizados procedimentos sorológicos de hemaglutinação que demonstram o produto do gene nas hemácias.

Esse método, contudo, apresenta limitações, explica a especialista: depende da disponibilidade de antisoros raros, o que, associada a outros fatores de ordem técnica, dificulta a sua utilização, tornando-o algumas vezes até mesmo inviável na rotina transfusional. Por exemplo, ainda é difícil fenotipar corretamente um paciente recentemente transfundido devido a presença de hemácias do doador na sua circulação.

"Entre os meios mais seguros para evitar as reações transfusionais em pacientes politransfundidos, como os portadores de talassemia e anemia falciforme, submetidos a transfusões constantes, os procedimentos de genotipagem molecular destacam-se como um valioso complemento dos testes de hemaglutinação e um poderoso método de auxílio no processo de identificação de anticorpos", afirma Lilian.

Técnicas

Por enquanto, a genotipagem no Hemocamp é realizada por meio de um procedimento manual denominado reação enzimática em cadeia da polimerase (PCR). A técnica amplifica as seqüências de DNA extraídas do sangue ou de secreções do paciente e informa a presença ou a ausência do gene que se deseja identificar.

O método já permitiu genotipar cerca de 500 doadores da região de Campinas cadastrados no serviço de hemoterapia da Unicamp, com a identificação de 15 genes alelos (genes de grupos sangüíneos herdados dos pais). Apesar da eficácia, a metodologia é bastante demorada e trabalhosa, observa a bióloga: a pesquisa de cada gene exige uma reação de PCR, em um processo que dura em média 8 horas.

Recentemente, o Hemocamp iniciou experimentos com uma técnica automatizada que possibilita identificar de forma mais rápida e completa um número aproximadamente três vezes e meia maior de genes.

Na técnica de microarray, ou tecnolo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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