Hemocentro Presidente Prudente, São Paulo

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Micromed Anat Pat Citopatologia
Av. Washington Luiz 545
Presidente Prudente, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Claudio Pericles
+55 11 26453092
Av. Eng. Luiz Carlos Berrini 1297/ 61
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Alex Tadeu Moraes
(11) 3202-5359
Rua Visconde do Rio Branco 732
Sorocaba, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Vanderley Alfredo Madeira da Fonseca
(11) 5542-9244
Jacucaim 104
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Rosangela Deliza
Rua Santa Cruz 175
Campinas, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Joel Augusto Rufino
(11) 3233-1627
Rua Rio de Janeiro 268
Sorocaba, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Ebe Christie de Oliveira
(11) 3232-8624
Rua Cel Jose Pedro de Oliveira 710
Sorocaba, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Elkis Furlanetto Ct Diag An Clin
Av. Angelica 2250
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Cleber Sartorio
(11) 8358-6556
Rua Joquim Felicio 146 - 13 B
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

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Hemocentro

Fornecido por: 

Pesquisa pioneira do Laboratório de Biologia Molecular do Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro) permitirá pela primeira vez mapear geneticamente os grupos sangüíneos da população brasileira e contribuirá para a constituição, a longo prazo, de um banco nacional de doadores de sangue. Semelhante a um censo demográfico, a identificação dos diferentes tipos de sangue por meio de avançadas técnicas de tipagem por DNA ajudará a desenvolver procedimentos mais seguros para transfusão, a cadastrar portadores de sangues raros e a prevenir doenças hemolíticas em recém-nascidos causadas por incompatibilidade sanguínea dos pais.

Coordenado pela bióloga e pesquisadora em imunohematologia Lilian Maria de Castilho, o trabalho envolve técnicas de genotipagem em que a caracterização dos diferentes tipos de sangue ocorre a partir da identificação do código genético das células sangüíneas. No sistema convencional de fenotipagem, rotineiramente empregado pelos hemocentros para identificar receptores e doadores, são utilizados procedimentos sorológicos de hemaglutinação que demonstram o produto do gene nas hemácias.

Esse método, contudo, apresenta limitações, explica a especialista: depende da disponibilidade de antisoros raros, o que, associada a outros fatores de ordem técnica, dificulta a sua utilização, tornando-o algumas vezes até mesmo inviável na rotina transfusional. Por exemplo, ainda é difícil fenotipar corretamente um paciente recentemente transfundido devido a presença de hemácias do doador na sua circulação.

"Entre os meios mais seguros para evitar as reações transfusionais em pacientes politransfundidos, como os portadores de talassemia e anemia falciforme, submetidos a transfusões constantes, os procedimentos de genotipagem molecular destacam-se como um valioso complemento dos testes de hemaglutinação e um poderoso método de auxílio no processo de identificação de anticorpos", afirma Lilian.

Técnicas

Por enquanto, a genotipagem no Hemocamp é realizada por meio de um procedimento manual denominado reação enzimática em cadeia da polimerase (PCR). A técnica amplifica as seqüências de DNA extraídas do sangue ou de secreções do paciente e informa a presença ou a ausência do gene que se deseja identificar.

O método já permitiu genotipar cerca de 500 doadores da região de Campinas cadastrados no serviço de hemoterapia da Unicamp, com a identificação de 15 genes alelos (genes de grupos sangüíneos herdados dos pais). Apesar da eficácia, a metodologia é bastante demorada e trabalhosa, observa a bióloga: a pesquisa de cada gene exige uma reação de PCR, em um processo que dura em média 8 horas.

Recentemente, o Hemocamp iniciou experimentos com uma técnica automatizada que possibilita identificar de forma mais rápida e completa um número aproximadamente três vezes e meia maior de genes.

Na técnica de microarray, ou tecnolo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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