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Sintomas da apnéia do sono Florianópolis, Santa Catarina

Saiba quais são os sinais da apnéia do sono. O médico Ronaldo Gomes de Almeida descreve as principais características clínicas desse distúrbio. "O ronco geralmente se associa com elevada prevalência", ele destaca. Consulte a lista de especialistas da área, em Florianópolis.

Maria Beatriz Cacese Shiozawa
3224-1888
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Nicolau Heuko Filho
3224-9755
Av Osmar Cunha 217
Florianopolis, Santa Catarina
Marcos Krahe Edelweiss
3226-1212
Rod SC 405 2507
Florianopolis, Santa Catarina
Mariuccia Grace Scott Brusa
3224-1888
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Maria de Fatima Marques da Silva
3226-1212
Rod SC 405 2507
Florianopolis, Santa Catarina
Léo Meyer Coutinho
(48) 3223-1317
Rua José Boiteux 34 - Casa
Florianopolis, Santa Catarina
Felipe Marcelo Xavier
3224-1511
Rua Jeronimo Coelho 389 - 46
Florianopolis, Santa Catarina
Margareth Bruggemann
3324-1100
Rua Angelo La Porta 64
Florianopolis, Santa Catarina
Genesis Laboratorio Clinico
(48) 3028-2882
Prefeito Osmar Cunha 486 - Sala 03
Florianopolis, Santa Catarina
Daniel Gomes Silva
(48) 9162-0921
Rua Madalena Barbi 81
Florianopolis, Santa Catarina
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Sintomas da apnéia do sono

Apnéia do sono - O perfil do portador

E esta doença tem uma certa predisposição familiar sendo mais freqüente no sexo masculino e em indivíduos com excesso de peso. O ronco geralmente se associa com elevada prevalência, contudo, em ocasiões, pode estar ausente. Acredita-se que a apnéia do sono afeta mais de 5% das mulheres e 15% dos homens na faixa etária de 30 a 60 anos e que 19% das mulheres e 34% dos homens que habitualmente roncam padecem desse distúrbio. A obstrutiva apnéia do sono é tão prevalente quanto a asma no adulto , contudo, aproximadamente 95% dos pacientes não são adequadamente diagnosticados e tratados. As principais características clínicas da apnéia do sono são:
  • Sonolência diurna excessiva-hipersonolência
  • Roncos noturnos-podendo ultrapassar a mais de 60 decibéis
  • Obesidade
  • Apnéias
  • Enurese
  • Refluxo gastroesofágico
  • Fadiga diurna excessiva
  • Sono não reparador-sensação de cansaço ao despertar
  • Despertares freqüentes durante a noite
  • Perda progressiva da memória e dificuldade de concentração
  • Cardiopatias associadas: Arritimías (extrassístole, taquicardía ventricular, pausa sinusal e bloqueio A-V), Hipertensão arterial do tipo dipper e principalmente non-dipper, Angima, Infarto do miocárdio, cor pulmonale e Insuficiência cardíaca.
  • Sudorese noturna
  • Diminuição da líbido
  • Cafaléia matutina
  • Micrognatia ou retrognatia
  • Depressão
  • Irritabilidade
  • Modificação da personalidade e da voz

A sonolência diurna e excessiva e difícil de se identificar, pois, especialmente se for discreta, o paciente não pode dar a devida importância ou até mesmo minimizá-la. Ao contrário, pode ser supervalorizada por alguns indivíduos. Resulta, por tanto, importante precisar em que situações aparece a hipersônia. No laboratório do sono, a hipersônia pode ser quantificada mediante o teste de latência multipla do sono (MSLT). A partir de uma aproximação subjetiva pode-se distinguir os seguintes padrões de sonolência:

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