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Densitometria óssea Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Saiba quais são as circustâncias que motivam a indicação do exame de densitometria óssea. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais descrevem os fatores de risco da osteoporose. Entenda quando o exame de densitometria óssea é recomendáv Consulte a lista de especialistas da área, em Rio de Janeiro.

Euzelia Mamede Silveira
(21) 2549-8282
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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
José Delzuith Maranhâo Filho
(21) 2268-4496
Rua Dona Delfina 12 - Casa 5
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Vanderson Almeida Meirelles
(21) 7836-8466
Rau das Larangeiras 146
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Paulo Soares de Azevedo
(21) 2205-7223
Rua Barão do Flamengo 21 - 701
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Fabio Basilio Fernandes dos Santos
(21) 3501-3242
Rua Barçao de Itapagipe 169
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Alvaro Henrique Braga
257-6111
R. Br. de S. Francisco 373 - 301
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Miriam Botelho de Mattos
226-5164
R. do Catete 311 - 302
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Heleine Laudelina de Almeida
24871615
Av. das Américas 16355 (cob.02) Recreio
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Dorivaldo Rodrigues Carvalho
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Densitometria óssea

Osteoporose - Quem deve fazer o exame de densitometria óssea?

O médico pode recomendar, como medida preventiva e/ou diagnóstica, o estudo da densidade óssea pela técnica da densitometria óssea, caso o paciente se encaixe em alguma das situações abaixo:

ser mulher e estiver próxima à menopausa;

estar decidindo se vai fazer uso de estrógenos após a menopausa; Saúde em Movimento.com.br


DEXA

estar tomando corticóides para doenças como asma, artrite ou lúpus;

ter hiperparatireoidismo primário;

ter tido fratura recente em que se suspeita de osteoporose;

estar monitorando a eficácia do tratamento da osteoporose;

ser branca ou asiática, magra, baixa, com história familiar de osteoporose;

fazer uso excessivo do álcool, cigarro ou café;

ter dieta pobre em cálcio;

estar imobilizado há muito tempo;

apresentar mais de um fator de risco.

A densitometria óssea pediátrica é indicada para algumas patologias que atingem crianças e adolescentes. Outras indicações importantes do exame incluem necessidade de determinação do grau de perda óssea e de diagnóstico precoce de osteopenia/osteoporose na perimenopausa, pós-menopausa, menopausa cirúrgica (ooforectomia bilateral ? remoção dos dois ovários) e na amenorréia, principalmente nas situações descritas anteriormente.

Como prevenção (essencial para o sucesso do tratamento), o exame deve ser feito por todas as mulheres a partir dos 45 anos e por todos os homens a partir dos 55 anos. Considerações sobre os fatores de risco em conjunto com os dados da DMO são pontos chave para a determinação de riscos de fratura.

Os locais mais importantes para a realização do exame são o colo do fêmur (que mostra 75% de osso cortical), a coluna vertebral baixa (região lombar, que mostra 66% de osso trabecular) e os punhos, uma vez que as fraturas ocorrem com maior freqüência nesses locais. A seleção do local para exame é baseada nos possíveis efeitos da doença ou medicação em cada tipo de osso, pois é imensa a variação na composição óssea das várias partes do esqueleto. Por exemplo, a deficiência de estrógeno pode resultar numa perda mais rápida no osso trabecular do que no osso cortical logo, um exame na coluna fornece dados mais "verdadeiros" do que no colo do fêmur (Fernandes et al., 1999).

Os objetivos da avaliação de pacientes com risco de osteoporose são diagnosticar a doença com base na avaliação da massa óssea, estabelecer os riscos de fratura e tomar decisões sobre a necessidade de uma terapia. Saúde em Movimento.com.br

No Brasil o SUS instituiu este exame como gratuito, mas são poucos ainda os Estados que o realizam gratuitamente.

Autoras: Prof. Claudia Maria Oliveira Simões, Joseane Ganske de Carvalho e Marcília Baticy Monteiro Morais - UFSC Mande um e-mail
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