Instituto do Câncer Goiânia, Goiás

Saúde em Movimento - Câncer do Colo do Útero

Maria Auxiliadora de P. Cysneiro
(62) 3521-9191
R 3 - C 63
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Luiz Murilo Martins de Araujo
(62) 3221-9000
R 3 - C 63 Lab Padrao
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Circoncisto L Ribeiro Junior
Rua (062) 2416938
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Andre Luis Marques Palmeira Modesto
(62) 9161-9290
Rua Mossoró Quadra 03 5
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Vicente Raul Chavarria Irusta
(62) 3225-4554
Av Dr Ismerino Soares de Carvalho 16 - Lab Alpha
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Cilene Angelica Di Silva Ferro
(62) 3524-8743
Av. Contorno Nº 2151 2151 - Área do Terminal Rodoviário Norte
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Flavia de Castro Santana
(62) 3236-9300
Rua T-58 Esquina com T-38 315 - Sala 110
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Jader Leonel de Paula
(62) 3242-0038
Al Cel Joaquim Bastos 20 - Femina Maternidade
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Zeisa Teixeira Hohl
(62) 3251-2070
R 29 - L 6 e 7 Sl 1001 e 1003 0 Medical Bueno Center
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Daniel do Prado F Junior
(62) 3541-6022
R 122 - 185 Medicina Estetica
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

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Instituto do Câncer

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No Brasil, estima-se que o câncer do colo do útero seja o terceiro mais comum na população feminina, sendo superado pelo câncer de pele não melanoma e pelo de mama. Este tipo de câncer representa 10% de todos os tumores malignos em mulheres. É uma doença que pode ser prevenida, estando diretamente vinculada ao grau de subdesenvolvimento do país.

 De acordo com dados absolutos sobre a incidência e mortalidade por câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de colo do útero foi responsável pela morte de 3.693 mulheres no Brasil em 1998. Para 2001, as Estimativas sobre Incidência e Mortalidade por Câncer prevêem 3.725 novos óbitos. 

Fatores de Risco 

Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero. Os fatores sociais, ambientais e os hábitos de vida, tais como baixas condições sócio-econômicas, atividade sexual antes dos 18 anos de idade, pluralidade de parceiros sexuais, vício de fumar (diretamente relacionado à quantidade de cigarros fumados), parcos hábitos de higiene e o uso prolongado de contraceptivos orais são os principais. 

Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) e o Herpesvírus Tipo II (HSV) têm papel importante no desenvolvimento da displasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. O vírus do papiloma humano (HPV) está presente em 99% dos casos de câncer do colo do útero. 

Prevenção 

Apesar do conhecimento cada vez maior nesta área, a abordagem mais efetiva para o controle do câncer do colo do útero continua sendo o rastreamento através do exame preventivo. É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois a sua realização periódica permite reduzir em 70% a mortalidade por câncer do colo do útero na população de risco. O Instituto Nacional de Câncer tem realizado diversas campanhas educativas para incentivar o exame preventivo tanto voltadas para a população quanto para os profissionais da saúde. 

Exame Preventivo 

O exame preventivo do câncer do colo do útero - conhecido popularmente como exame de Papanicolaou - é indolor, barato e eficaz, podendo ser realizado por qualquer profissional da saúde treinado adequadamente, em qualquer local do país, sem a necessidade de uma infra-estrutura sofisticada. Ele consiste na coleta de material para exame na parte externa (ectocérvice) e interna (endocérvice) do colo do útero. O material coletado é afixado em lâmina de vidro, corado pelo método de Papanicolaou e, então examinado ao microscópio. 

Para a coleta do material introduz-se um espéculo vaginal e procede-se à escamação ou esfoliação da superfície externa e interna do colo através de uma espátula de madeira e de uma escovinha endocervical. A coleta endocervical nas gestantes pode ser realizada, mas deve ser evitada. 

A fim de garantir a eficác...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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