Instituto do Câncer Lages, Santa Catarina

Saúde em Movimento - Câncer do Colo do Útero

Jose Carlos Silveira de Mello
324-6128
Rua Joao Sandim 2
Sao Jose, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Jucilio de Albuquerque Fernandes
3223-1122
Rua Luiz Delfino 86
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Marcos Krahe Edelweiss
3226-1212
Rod SC 405 2507
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Fernando Graca Aranha
3212-5000
Av Trompowsky 399
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Maria Soares Filho
3223-3073
Rua Alvaro de Carvalho 267 - 301
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Jose Caldeira Ferreira Bastos
3222-3032
Rua Pres Coutinho 197
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Ires Hamyra Bezerra Massaut
322-4500
Av Rio Branco 633
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Diogo Nei Ribeiro
3228-3250
Av Mauro Ramos 1952
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Glauber Mathias
(47) 3349-3892
Rua Dr. Reinaldo Schmithausen 1178 (sl 11)
Itajai, Santa Catarina
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Armenio Matias Correa Lima
3232-1164
Homeopatia Medicina de Família e Comunidade
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
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Instituto do Câncer

Fornecido por: 

No Brasil, estima-se que o câncer do colo do útero seja o terceiro mais comum na população feminina, sendo superado pelo câncer de pele não melanoma e pelo de mama. Este tipo de câncer representa 10% de todos os tumores malignos em mulheres. É uma doença que pode ser prevenida, estando diretamente vinculada ao grau de subdesenvolvimento do país.

 De acordo com dados absolutos sobre a incidência e mortalidade por câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de colo do útero foi responsável pela morte de 3.693 mulheres no Brasil em 1998. Para 2001, as Estimativas sobre Incidência e Mortalidade por Câncer prevêem 3.725 novos óbitos. 

Fatores de Risco 

Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero. Os fatores sociais, ambientais e os hábitos de vida, tais como baixas condições sócio-econômicas, atividade sexual antes dos 18 anos de idade, pluralidade de parceiros sexuais, vício de fumar (diretamente relacionado à quantidade de cigarros fumados), parcos hábitos de higiene e o uso prolongado de contraceptivos orais são os principais. 

Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) e o Herpesvírus Tipo II (HSV) têm papel importante no desenvolvimento da displasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. O vírus do papiloma humano (HPV) está presente em 99% dos casos de câncer do colo do útero. 

Prevenção 

Apesar do conhecimento cada vez maior nesta área, a abordagem mais efetiva para o controle do câncer do colo do útero continua sendo o rastreamento através do exame preventivo. É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois a sua realização periódica permite reduzir em 70% a mortalidade por câncer do colo do útero na população de risco. O Instituto Nacional de Câncer tem realizado diversas campanhas educativas para incentivar o exame preventivo tanto voltadas para a população quanto para os profissionais da saúde. 

Exame Preventivo 

O exame preventivo do câncer do colo do útero - conhecido popularmente como exame de Papanicolaou - é indolor, barato e eficaz, podendo ser realizado por qualquer profissional da saúde treinado adequadamente, em qualquer local do país, sem a necessidade de uma infra-estrutura sofisticada. Ele consiste na coleta de material para exame na parte externa (ectocérvice) e interna (endocérvice) do colo do útero. O material coletado é afixado em lâmina de vidro, corado pelo método de Papanicolaou e, então examinado ao microscópio. 

Para a coleta do material introduz-se um espéculo vaginal e procede-se à escamação ou esfoliação da superfície externa e interna do colo através de uma espátula de madeira e de uma escovinha endocervical. A coleta endocervical nas gestantes pode ser realizada, mas deve ser evitada. 

A fim de garantir a eficác...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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