Instituto do Câncer Montes Claros, Minas Gerais

Saúde em Movimento - Câncer do Colo do Útero

Fabiano Argeu de Morais
323-2154
Av Barao do Rio Branco 2406 - 109
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Luiz Antônio Avelar
(32) 3216-8080
Av. Rio Branco 2679 - 106
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Rodolfo de Oliveira Lima Ferrari
(34) 9999-8505
Rua 29 de Outubro 701 - Ap 404 Bl C
Uberlandia, Minas Gerais
Especialidade
Administração em Saúde

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Eliana Chaves Salomao
(34) 3236-9490
R. Tenente Virmondes 55
Uberlandia, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

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Bartira Ventura Barnabé
(31) 3467-2497
Rua Coronel Otávio Diniz 439 - a
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Antonio Fernandes de Oliveira
323-2125
Rua Delfim Moreira 71 - Sobrado
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Arthur Ignacio Muzzi Lima
323-2115
R Ceara 186
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marcilene Coelho
3352-0792
R Inglaterra 681 - Sala 101 102
Contagem, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

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Gisele Tasca Dutra
(34) 3239-6000
Av João Pinheiro 289
Uberlandia, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

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Andrea Juca Nunes Rocha
323-2159
Rua Santo Antonio 1500 - 801
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Instituto do Câncer

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No Brasil, estima-se que o câncer do colo do útero seja o terceiro mais comum na população feminina, sendo superado pelo câncer de pele não melanoma e pelo de mama. Este tipo de câncer representa 10% de todos os tumores malignos em mulheres. É uma doença que pode ser prevenida, estando diretamente vinculada ao grau de subdesenvolvimento do país.

 De acordo com dados absolutos sobre a incidência e mortalidade por câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de colo do útero foi responsável pela morte de 3.693 mulheres no Brasil em 1998. Para 2001, as Estimativas sobre Incidência e Mortalidade por Câncer prevêem 3.725 novos óbitos. 

Fatores de Risco 

Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero. Os fatores sociais, ambientais e os hábitos de vida, tais como baixas condições sócio-econômicas, atividade sexual antes dos 18 anos de idade, pluralidade de parceiros sexuais, vício de fumar (diretamente relacionado à quantidade de cigarros fumados), parcos hábitos de higiene e o uso prolongado de contraceptivos orais são os principais. 

Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) e o Herpesvírus Tipo II (HSV) têm papel importante no desenvolvimento da displasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. O vírus do papiloma humano (HPV) está presente em 99% dos casos de câncer do colo do útero. 

Prevenção 

Apesar do conhecimento cada vez maior nesta área, a abordagem mais efetiva para o controle do câncer do colo do útero continua sendo o rastreamento através do exame preventivo. É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois a sua realização periódica permite reduzir em 70% a mortalidade por câncer do colo do útero na população de risco. O Instituto Nacional de Câncer tem realizado diversas campanhas educativas para incentivar o exame preventivo tanto voltadas para a população quanto para os profissionais da saúde. 

Exame Preventivo 

O exame preventivo do câncer do colo do útero - conhecido popularmente como exame de Papanicolaou - é indolor, barato e eficaz, podendo ser realizado por qualquer profissional da saúde treinado adequadamente, em qualquer local do país, sem a necessidade de uma infra-estrutura sofisticada. Ele consiste na coleta de material para exame na parte externa (ectocérvice) e interna (endocérvice) do colo do útero. O material coletado é afixado em lâmina de vidro, corado pelo método de Papanicolaou e, então examinado ao microscópio. 

Para a coleta do material introduz-se um espéculo vaginal e procede-se à escamação ou esfoliação da superfície externa e interna do colo através de uma espátula de madeira e de uma escovinha endocervical. A coleta endocervical nas gestantes pode ser realizada, mas deve ser evitada. 

A fim de garantir a eficác...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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