Instituto do Câncer Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Saúde em Movimento - Câncer do Colo do Útero

Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Euzelia Mamede Silveira
(21) 2549-8282
Avenida Nossa Senhora de Copacabana 427 - Sala 1205
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Rosely Veneu Pinheiro
(21) 2234-7517
R Carmela Dutra 96
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Silvia Waymberg
2284-9739
R. Gal. Roca 440 - 108
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Beatriz Ohana
(21) 3353-4114
Avenida das Américas7935 SUNPLAZA bloco 1 sala 718 Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clara Rey
(21) 9239-8112
Am. Tamandaré 33 - 503
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Anna Beatriz Chagas Bernardes
(21) 8121-9999
Rua Visconde de Pirajá 303 unidade 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Luiz Francisco Souza da Fontoura
33258428
Av das Américas 4790 cj. 519 Barra da Tijuca Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Francisco Eduardo Sampaio Fagundes
(21) 2286-4242
Rua General Polidoro 192
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Antonio Monteiro de Miranda
242-3147
Av. Nelson Cardoso 1149 - 712
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

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Instituto do Câncer

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No Brasil, estima-se que o câncer do colo do útero seja o terceiro mais comum na população feminina, sendo superado pelo câncer de pele não melanoma e pelo de mama. Este tipo de câncer representa 10% de todos os tumores malignos em mulheres. É uma doença que pode ser prevenida, estando diretamente vinculada ao grau de subdesenvolvimento do país.

 De acordo com dados absolutos sobre a incidência e mortalidade por câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de colo do útero foi responsável pela morte de 3.693 mulheres no Brasil em 1998. Para 2001, as Estimativas sobre Incidência e Mortalidade por Câncer prevêem 3.725 novos óbitos. 

Fatores de Risco 

Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero. Os fatores sociais, ambientais e os hábitos de vida, tais como baixas condições sócio-econômicas, atividade sexual antes dos 18 anos de idade, pluralidade de parceiros sexuais, vício de fumar (diretamente relacionado à quantidade de cigarros fumados), parcos hábitos de higiene e o uso prolongado de contraceptivos orais são os principais. 

Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) e o Herpesvírus Tipo II (HSV) têm papel importante no desenvolvimento da displasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. O vírus do papiloma humano (HPV) está presente em 99% dos casos de câncer do colo do útero. 

Prevenção 

Apesar do conhecimento cada vez maior nesta área, a abordagem mais efetiva para o controle do câncer do colo do útero continua sendo o rastreamento através do exame preventivo. É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois a sua realização periódica permite reduzir em 70% a mortalidade por câncer do colo do útero na população de risco. O Instituto Nacional de Câncer tem realizado diversas campanhas educativas para incentivar o exame preventivo tanto voltadas para a população quanto para os profissionais da saúde. 

Exame Preventivo 

O exame preventivo do câncer do colo do útero - conhecido popularmente como exame de Papanicolaou - é indolor, barato e eficaz, podendo ser realizado por qualquer profissional da saúde treinado adequadamente, em qualquer local do país, sem a necessidade de uma infra-estrutura sofisticada. Ele consiste na coleta de material para exame na parte externa (ectocérvice) e interna (endocérvice) do colo do útero. O material coletado é afixado em lâmina de vidro, corado pelo método de Papanicolaou e, então examinado ao microscópio. 

Para a coleta do material introduz-se um espéculo vaginal e procede-se à escamação ou esfoliação da superfície externa e interna do colo através de uma espátula de madeira e de uma escovinha endocervical. A coleta endocervical nas gestantes pode ser realizada, mas deve ser evitada. 

A fim de garantir a eficác...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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