Instituto do Câncer São Paulo, São Paulo

Saúde em Movimento - Câncer do Colo do Útero

Paulo Engler Pinto Jr.
(11) 3081-9791
Rua Cacapava 49 - Cj. 34
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Luiz Eduardo Vitagliano
(11) 3505-2012
R. Maestro Cardim 769 - Bloco 2 Audit. Interna
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Gisele Cristine Teixeira Barbosa
(11) 3081-5973
Rua Rubião Meira 42
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Maykyol Avaroma Melgar
(11) 2029-7222
Rua Terenas 161
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Thomaz Rafael Gollop
(11) 5093-0809
R. Félix de Sousa 321
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Elkis Furlanetto Ct Diag An Clin
Av. Angelica 2250
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Vanderley Alfredo Madeira da Fonseca
(11) 5542-9244
Jacucaim 104
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Mercedes Granja
(11) 3079-3000
Rua Urussui 92 - 125
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Mauro Fisberg
(11) 5575-3875
Rua Borges Lagoa 1080 - 603
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Instituto do Câncer

Fornecido por: 

No Brasil, estima-se que o câncer do colo do útero seja o terceiro mais comum na população feminina, sendo superado pelo câncer de pele não melanoma e pelo de mama. Este tipo de câncer representa 10% de todos os tumores malignos em mulheres. É uma doença que pode ser prevenida, estando diretamente vinculada ao grau de subdesenvolvimento do país.

 De acordo com dados absolutos sobre a incidência e mortalidade por câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de colo do útero foi responsável pela morte de 3.693 mulheres no Brasil em 1998. Para 2001, as Estimativas sobre Incidência e Mortalidade por Câncer prevêem 3.725 novos óbitos. 

Fatores de Risco 

Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero. Os fatores sociais, ambientais e os hábitos de vida, tais como baixas condições sócio-econômicas, atividade sexual antes dos 18 anos de idade, pluralidade de parceiros sexuais, vício de fumar (diretamente relacionado à quantidade de cigarros fumados), parcos hábitos de higiene e o uso prolongado de contraceptivos orais são os principais. 

Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) e o Herpesvírus Tipo II (HSV) têm papel importante no desenvolvimento da displasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. O vírus do papiloma humano (HPV) está presente em 99% dos casos de câncer do colo do útero. 

Prevenção 

Apesar do conhecimento cada vez maior nesta área, a abordagem mais efetiva para o controle do câncer do colo do útero continua sendo o rastreamento através do exame preventivo. É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois a sua realização periódica permite reduzir em 70% a mortalidade por câncer do colo do útero na população de risco. O Instituto Nacional de Câncer tem realizado diversas campanhas educativas para incentivar o exame preventivo tanto voltadas para a população quanto para os profissionais da saúde. 

Exame Preventivo 

O exame preventivo do câncer do colo do útero - conhecido popularmente como exame de Papanicolaou - é indolor, barato e eficaz, podendo ser realizado por qualquer profissional da saúde treinado adequadamente, em qualquer local do país, sem a necessidade de uma infra-estrutura sofisticada. Ele consiste na coleta de material para exame na parte externa (ectocérvice) e interna (endocérvice) do colo do útero. O material coletado é afixado em lâmina de vidro, corado pelo método de Papanicolaou e, então examinado ao microscópio. 

Para a coleta do material introduz-se um espéculo vaginal e procede-se à escamação ou esfoliação da superfície externa e interna do colo através de uma espátula de madeira e de uma escovinha endocervical. A coleta endocervical nas gestantes pode ser realizada, mas deve ser evitada. 

A fim de garantir a eficác...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net