Laboratório de Análises Cuiabá, Mato Grosso

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Maria Cristina de Carvalho
R.Arnaldo Matos 125 - Ed Mont Clair Ap 302
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Nilson G. Bento
Av. Rubens de Mendonçabl. H Apt. 604 - 260 Residencial Tropical Privê
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luiz Carlos Dias Machado
(65) 3622-4126
Avenida Avenida Isaac Póvoas 586 - Sala 02 Ed.Wall Street
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marco Aurelio Silva Ribeiro
(65) 3642-3570
Rua Bosque da Saude 208
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Femina Prestadora de Servicos Medicos Hospitalares
Rua Corumba 538
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Derly Ortiz Rodrigues
Rua B 30 - Edf. Bosque das Aguas Ap.401
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Lucas Bello
Av Rub. de Mendonca 898 - Amecor
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Cervantes Caporossi
Rua Marechal Deodoro 582
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Orlando Cerci Filho
(65) 3641-2022
Rua Pernambuco 241
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Danilo Zanirato
(65) 3641-2022
Clínica Médica Ginecologia e Obstetrícia
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Clínica Médica

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Laboratório de Análises

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Em entrevista à Agência Brasil, o engenheiro Cesare Quinteiro explicou o trabalho em curso para desenvolver um método de medição da glicose através da íris, evitando assim a necessidade de extrair sangue para aferir taxas de açúcar.

O trabalho está sendo feito em conjunto por uma equipe de membros da Universidade Federal de Santa Catarina (UFCS) e do Laboratório de Metrologia Científica e Industrial (LabMetro), coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia Mecânica, Armando Albertazzi.

Em tese defendida recentemente, foi comprovado que a coloração da íris se altera de acordo com as taxas de açúcar no organismo.

Para os pesquisadores, isso é sinal de que existe a possibilidade de se descobrir a variação do nível de glicose no sangue por meio de análises da cor da íris.

Segundo o engenheiro Cesare Quinteiro, um dos pesquisadores do grupo, a alteração da tonalidade da íris, no entanto, não é perceptível a olho nu.

Também, ainda de acordo com o engenheiro, não há uma relação diretamente proporcional entre o aumento da glicemia e da intensidade da cor da íris.

"Em algumas pessoas a tonalidade aumentou e em outras diminuiu", afirmou o pesquisador.

Para chegar aos resultados obtidos, foi utilizado um programa de computador que cruzava os dados individuais e registrava as mudanças em cada um dos voluntários.

"Conforme a intensidade da cor de uma região da imagem, a câmera atribuiu um valor, de acordo com uma escala que vai de 0 (zero) a 255. Portanto, para o computador, a cor de uma região da imagem é definida por um valor dessa escala", explicou.

As pessoas que participaram do experimento tiveram seus olhos fotografados com equipamento digital, à mesma distância, foco e iluminação.

Apesar dos indícios de que seja possível desenvolver um método para medição de glicose pela íris, o coordenador da pesquisa, Armando Albertazzi, se diz cauteloso em relação ao tempo que um produto para essa finalidade levaria para chegar ao mercado.

"Da pesquisa até se chegar a um produto comercial, leva-se uma década de trabalho", avaliou.

O professor afirmou que, para aperfeiçoar o sistema, é preciso desenvolver estudos visando a tornar o software empregado nas análises mais preciso, assim como aumentar o campo de avaliação e o número de pacientes.

"Estamos caminhando para materializar uma possibilidade de leitura totalmente baseada no olho", destacou Albertazzi, salientando que também é importante maior interação com a medicina.

"É preciso estudar melhor o ser humano e os outros fatores que podem alterar a coloração", frisou.

Atualmente, as medições são feitas com glicosímetros que utilizam tiras reagentes com preço médio de R$ 1,50.

Albertazzi diz que os primeiros estudos surgiram da curiosidade. "Ouve-se falar que a íris fornece uma série de informações sobre o corpo", explica o estudioso. "Será que não havia algo sobre a glicemia?".

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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