Laboratório de Análises Eunápolis, Bahia

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Adriano Pires Gonçalves
(73) 3281-1338
Rua Rui Barbosa 30
Eunapolis, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Adriano Pires Gonçalves
(73) 3281-1338
Rua Rui Barbosa 30
Eunapolis, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Sergio Tapioca Bastos
(75) 3631-3850
Praça Félix Gaspar s/n
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Valmor Cajaiba Dias
(75) 3631-2781
Rua a Quinta do Ingles S/ 103 - 87
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Lezith Dolores Rostand Cerski
(73) 3525-1840
Rua Bertino Passos 124
Jequie, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Edson Carlos Sampaio Silva
Rua Silva Jardim 74
Jequie, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Danusia Rocha
(71) 3354-1667
Av. Acm Cplx. Odontomédico Itaigara 585 - Ed. Louis Pasteur - Sl.208
Salvador, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Edson Lazaro Rosendo Silva
(77) 3611-6934
Rua Jesuino Pamplona 26
Barreiras, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Eliseu Leite Sousa Filho
(75) 3616-8042
Av Getulio Vargas 1186 - Sala 01
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

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Laurindo Lopes da Silva Neto
(73) 3211-4841
Avenida Aziz Maron 1117 - S/806
Itabuna, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

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Dados Divulgados por

Laboratório de Análises

Fornecido por: 

Em entrevista à Agência Brasil, o engenheiro Cesare Quinteiro explicou o trabalho em curso para desenvolver um método de medição da glicose através da íris, evitando assim a necessidade de extrair sangue para aferir taxas de açúcar.

O trabalho está sendo feito em conjunto por uma equipe de membros da Universidade Federal de Santa Catarina (UFCS) e do Laboratório de Metrologia Científica e Industrial (LabMetro), coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia Mecânica, Armando Albertazzi.

Em tese defendida recentemente, foi comprovado que a coloração da íris se altera de acordo com as taxas de açúcar no organismo.

Para os pesquisadores, isso é sinal de que existe a possibilidade de se descobrir a variação do nível de glicose no sangue por meio de análises da cor da íris.

Segundo o engenheiro Cesare Quinteiro, um dos pesquisadores do grupo, a alteração da tonalidade da íris, no entanto, não é perceptível a olho nu.

Também, ainda de acordo com o engenheiro, não há uma relação diretamente proporcional entre o aumento da glicemia e da intensidade da cor da íris.

"Em algumas pessoas a tonalidade aumentou e em outras diminuiu", afirmou o pesquisador.

Para chegar aos resultados obtidos, foi utilizado um programa de computador que cruzava os dados individuais e registrava as mudanças em cada um dos voluntários.

"Conforme a intensidade da cor de uma região da imagem, a câmera atribuiu um valor, de acordo com uma escala que vai de 0 (zero) a 255. Portanto, para o computador, a cor de uma região da imagem é definida por um valor dessa escala", explicou.

As pessoas que participaram do experimento tiveram seus olhos fotografados com equipamento digital, à mesma distância, foco e iluminação.

Apesar dos indícios de que seja possível desenvolver um método para medição de glicose pela íris, o coordenador da pesquisa, Armando Albertazzi, se diz cauteloso em relação ao tempo que um produto para essa finalidade levaria para chegar ao mercado.

"Da pesquisa até se chegar a um produto comercial, leva-se uma década de trabalho", avaliou.

O professor afirmou que, para aperfeiçoar o sistema, é preciso desenvolver estudos visando a tornar o software empregado nas análises mais preciso, assim como aumentar o campo de avaliação e o número de pacientes.

"Estamos caminhando para materializar uma possibilidade de leitura totalmente baseada no olho", destacou Albertazzi, salientando que também é importante maior interação com a medicina.

"É preciso estudar melhor o ser humano e os outros fatores que podem alterar a coloração", frisou.

Atualmente, as medições são feitas com glicosímetros que utilizam tiras reagentes com preço médio de R$ 1,50.

Albertazzi diz que os primeiros estudos surgiram da curiosidade. "Ouve-se falar que a íris fornece uma série de informações sobre o corpo", explica o estudioso. "Será que não havia algo sobre a glicemia?".

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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