Laboratório de Análises Macapá, Amapá

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Heraldo Rodrigues Ribeiro
(96) 223-9495
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Macapa, Amapá
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Joana Silva Carvalho/Hemodiagnostico
700-0705
Av. Coaracyunes 890
Macapa, Amapá
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Balbino
(96) 3223-0737
Avenida 13 - de Setembro 543
Macapa, Amapá
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Macapá Hospitalar
(96) 3241-3502
r Hildemar Maia, 6069 lj Muca
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Hospital Escola São Camilo e São Luiz
(96) 3242-5315
r Marcelo Cândia, 742 Santa Rita
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Raimundo Palheta Alves
222-4871
Av. Mendon¢a Furtado 2159 - Clidermia
Macapa, Amapá
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Joao Roberto Bastos Zoghbi
(96) 3223-4257
Av. Raimundo Alvares da Costa 735
Macapa, Amapá
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Nicodemos Vieira da Silva Neto
(96) 224-1146
Av Cora de Carvalho 2088
Macapa, Amapá
Especialidade
Clínica Médica

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Hospital Santa Bárbara
(96) 3225-5154
av Ana Nery, 890 Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Mauro Cezar de Paula e Silva
(96) 3225-2771
r S José, 2068 Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
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Laboratório de Análises

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Em entrevista à Agência Brasil, o engenheiro Cesare Quinteiro explicou o trabalho em curso para desenvolver um método de medição da glicose através da íris, evitando assim a necessidade de extrair sangue para aferir taxas de açúcar.

O trabalho está sendo feito em conjunto por uma equipe de membros da Universidade Federal de Santa Catarina (UFCS) e do Laboratório de Metrologia Científica e Industrial (LabMetro), coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia Mecânica, Armando Albertazzi.

Em tese defendida recentemente, foi comprovado que a coloração da íris se altera de acordo com as taxas de açúcar no organismo.

Para os pesquisadores, isso é sinal de que existe a possibilidade de se descobrir a variação do nível de glicose no sangue por meio de análises da cor da íris.

Segundo o engenheiro Cesare Quinteiro, um dos pesquisadores do grupo, a alteração da tonalidade da íris, no entanto, não é perceptível a olho nu.

Também, ainda de acordo com o engenheiro, não há uma relação diretamente proporcional entre o aumento da glicemia e da intensidade da cor da íris.

"Em algumas pessoas a tonalidade aumentou e em outras diminuiu", afirmou o pesquisador.

Para chegar aos resultados obtidos, foi utilizado um programa de computador que cruzava os dados individuais e registrava as mudanças em cada um dos voluntários.

"Conforme a intensidade da cor de uma região da imagem, a câmera atribuiu um valor, de acordo com uma escala que vai de 0 (zero) a 255. Portanto, para o computador, a cor de uma região da imagem é definida por um valor dessa escala", explicou.

As pessoas que participaram do experimento tiveram seus olhos fotografados com equipamento digital, à mesma distância, foco e iluminação.

Apesar dos indícios de que seja possível desenvolver um método para medição de glicose pela íris, o coordenador da pesquisa, Armando Albertazzi, se diz cauteloso em relação ao tempo que um produto para essa finalidade levaria para chegar ao mercado.

"Da pesquisa até se chegar a um produto comercial, leva-se uma década de trabalho", avaliou.

O professor afirmou que, para aperfeiçoar o sistema, é preciso desenvolver estudos visando a tornar o software empregado nas análises mais preciso, assim como aumentar o campo de avaliação e o número de pacientes.

"Estamos caminhando para materializar uma possibilidade de leitura totalmente baseada no olho", destacou Albertazzi, salientando que também é importante maior interação com a medicina.

"É preciso estudar melhor o ser humano e os outros fatores que podem alterar a coloração", frisou.

Atualmente, as medições são feitas com glicosímetros que utilizam tiras reagentes com preço médio de R$ 1,50.

Albertazzi diz que os primeiros estudos surgiram da curiosidade. "Ouve-se falar que a íris fornece uma série de informações sobre o corpo", explica o estudioso. "Será que não havia algo sobre a glicemia?".

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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