Médicos - Ginecologia e Obstetrícia Itajaí, Santa Catarina

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Glauber Mathias
(47) 3349-3892
Rua Dr. Reinaldo Schmithausen 1178 (sl 11)
Itajai, Santa Catarina
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Jose Caldeira Ferreira Bastos
3222-3032
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Dados Divulgados por
Fernando Oto dos Santos
(48) 3273-9000
Rua Luiz Fagundes 000
Sao Jose, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Urgência

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Irene Vieira Souza
322-4188
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Fabio Coelho
(48) 3438-2964
Rua Cel. Pedro Benedet Nº505 sala 703
Criciuma, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Interna

Dados Divulgados por
Daniela Longhi de Castro
(47) 3366-0334
Avenida Alvin Bauer 810 - 1° Andar
Balneario Camboriu, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Felipe Marcelo Xavier
3224-1511
Rua Jeronimo Coelho 389 - 46
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Newton Dias de Vasconcellos Junior
3224-1616
Av Hercilio Luz 639 - 805
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Nutrologia

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Jose Carlos Silveira de Mello
324-6128
Rua Joao Sandim 2
Sao Jose, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Daniel Gomes Silva
(48) 9162-0921
Rua Madalena Barbi 81
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

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Médicos - Ginecologia e Obstetrícia

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As mães submetidas à operação cesariana aumentam a probabilidade de ter ruptura de útero se tentarem um parto natural na gravidez seguinte, especialmente se o trabalho for induzido, de acordo com estudo publicado nesta quinta-feira New England Journal of Medicine.

Pesquisadores da Universidade de Washington em Seattle analisaram 20.095 mulheres que tiveram o primeiro filho através de cesariana e depois o segundo filho de parto natural, no período de 1987 a 1996 no estado de Washington. No grupo estudado, foram registrados 91 casos de ruptura uterina.

Comparadas com as mulheres que se submeteram novamente à cesariana sem trabalho de parto, as que tiveram parto natural correram um risco três vezes maior de sofrer ruptura do útero.

Aquelas que tiveram parto induzido, mas não com uma droga conhecida como prostaglandina, tiveram um risco cinco vezes maior de sofrer a ruptura e as que foram induzidas com prostaglandina, que é uma droga mais forte, tiveram 15 vezes mais risco de ruptura.

A ruptura do útero é uma complicação de gravidez pouco comum, mas grave, que pode resultar em histerectomia, isto é ablação do útero, transfusões de sangue ou morte para a mãe e lesão cerebral ou morte para o bebê.

"De modo algum nosso estudo sugere que nenhuma mulher deveria ter parto vaginal após uma cesariana," disse dr. Thomas R. Easterling. "O que quer dizer é que há riscos que não avaliamos inteiramente."

O médico acrescentou que as mulheres podem optar pelo parto vaginal para ter a experiência ou por causa de uma recuperação mais rápida.

As que optarem pelo trabalho de parto devem ir para um hospital em que se possa recorrer à intervenção cirúrgica se for necessário.

"Esse é um estudo abrangente e mostra, de modo claro, que há um aumento no risco associado com o uso de prostaglandinas," disse dr. Michael F. Greene, diretor de medicina materno-fetal do Massachusetts General Hospital, em Bos...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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