Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Médicos - Ginecologia e Obstetrícia Itaúna, Minas Gerais

Encontre médicos - ginecologia e obstetrícia em Itaúna. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Sonia Maria Oliveira de Souza
(32) 3222-1180
Rua Martins Barbosa 175
Juiz de Fora, Minas Gerais
Emilio Augusto Campos Pereira de Assis
(32) 3215-8006
Vicente Begheli 315
Juiz de Fora, Minas Gerais
Adilson Savi
321-3448
Al Ezequiel Dias 389 - 2 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Arthur Ignacio Muzzi Lima
323-2115
R Ceara 186
Belo Horizonte, Minas Gerais
Dairton Miranda
322-4636
R Padre Rolim 815 - Salas 208 507
Belo Horizonte, Minas Gerais
Rodrigo Assis de Paula
3236-1100
R Ceara 186
Belo Horizonte, Minas Gerais
Sylvio Silveira Martins Junior
323-2292
Av Rio Branco 3353
Juiz de Fora, Minas Gerais
Dimen Poços de Caldas
(35) 3714-3721
Av. Joao Pinheiro 6180
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Enio Cardillo Vieira
(31) 3296-9889
Rua Bernardo Mascarenhas 338
Belo Horizonte, Minas Gerais
Jose Zanini
(32) 3229-5085
Av Juscelino Kubitschek 273
Juiz de Fora, Minas Gerais
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Médicos - Ginecologia e Obstetrícia

As mães submetidas à operação cesariana aumentam a probabilidade de ter ruptura de útero se tentarem um parto natural na gravidez seguinte, especialmente se o trabalho for induzido, de acordo com estudo publicado nesta quinta-feira New England Journal of Medicine.

Pesquisadores da Universidade de Washington em Seattle analisaram 20.095 mulheres que tiveram o primeiro filho através de cesariana e depois o segundo filho de parto natural, no período de 1987 a 1996 no estado de Washington. No grupo estudado, foram registrados 91 casos de ruptura uterina.

Comparadas com as mulheres que se submeteram novamente à cesariana sem trabalho de parto, as que tiveram parto natural correram um risco três vezes maior de sofrer ruptura do útero.

Aquelas que tiveram parto induzido, mas não com uma droga conhecida como prostaglandina, tiveram um risco cinco vezes maior de sofrer a ruptura e as que foram induzidas com prostaglandina, que é uma droga mais forte, tiveram 15 vezes mais risco de ruptura.

A ruptura do útero é uma complicação de gravidez pouco comum, mas grave, que pode resultar em histerectomia, isto é ablação do útero, transfusões de sangue ou morte para a mãe e lesão cerebral ou morte para o bebê.

"De modo algum nosso estudo sugere que nenhuma mulher deveria ter parto vaginal após uma cesariana," disse dr. Thomas R. Easterling. "O que quer dizer é que há riscos que não avaliamos inteiramente."

O médico acrescentou que as mulheres podem optar pelo parto vaginal para ter a experiência ou por causa de uma recuperação mais rápida.

As que optarem pelo trabalho de parto devem ir para um hospital em que se possa recorrer à intervenção cirúrgica se for necessário.

"Esse é um estudo abrangente e mostra, de modo claro, que há um aumento no risco associado com o uso de prostaglandinas," disse dr. Michael F. Greene, diretor de medicina materno-fetal do Massachusetts General Hospital, em Bos...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento