Médicos - Imunologia Maceió, Alagoas
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Vivianne Rocha de Santa Rosa
(82) 3355-8012
R Artur Bulhoes 93
Maceio, Alagoas
Vivianne Rocha de Santa Rosa
(82) 3355-8012
R Artur Bulhoes 93
Maceio, Alagoas BR.57010-020
Dados Divulgados por
Thais de Paiva Torres Cardoso
(82) 3336-5957
R Goncalves Dias 207
Maceio, Alagoas
Thais de Paiva Torres Cardoso
(82) 3336-5957
R Goncalves Dias 207
Maceio, Alagoas BR.57051-330
Dados Divulgados por
Lucia Coelho Xavier
822-1217
Av Comendador Gustavo Paiva 2990 - Centro Medico Iguatemi
Maceio, Alagoas
Lucia Coelho Xavier
822-1217
Av Comendador Gustavo Paiva 2990 - Centro Medico Iguatemi
Maceio, Alagoas BR.57010-020
Dados Divulgados por
Adeisa Maria Toledo Lyra
(82) 3305-5025
Av Governador Osman Loureiro 49 - Sala 309Centro Empres. Bussiness Tower
Maceio, Alagoas
Adeisa Maria Toledo Lyra
(82) 3305-5025
Av Governador Osman Loureiro 49 - Sala 309Centro Empres. Bussiness Tower
Maceio, Alagoas BR.57037-020
Especialidade
Medicina do Trabalho
Dados Divulgados por
Marshal Italo Barros Fontes
Rua Prof. Silveira Camerino 1065
Maceio, Alagoas
Marshal Italo Barros Fontes
Rua Prof. Silveira Camerino 1065
Maceio, Alagoas BR.57010-020
Especialidade
Genética Médica
Dados Divulgados por
Roseana Porto Farias
(82) 3221-1447
Praça Afrênio Jorge 54 - ( Praça da Faculdade)
Maceio, Alagoas
Roseana Porto Farias
(82) 3221-1447
Praça Afrênio Jorge 54 - ( Praça da Faculdade)
Maceio, Alagoas BR.57010-020
Dados Divulgados por
Martins Pinto
(08) 2221-9311
Rua Buarque de Macedo 576
Maceio, Alagoas
Martins Pinto
(08) 2221-9311
Rua Buarque de Macedo 576
Maceio, Alagoas BR.57020-520
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
Dados Divulgados por
João Manoel Veras Vieira
(82) 3377-1911
Av. João Davino 799
Maceio, Alagoas
João Manoel Veras Vieira
(82) 3377-1911
Av. João Davino 799
Maceio, Alagoas BR.57010-020
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
Dados Divulgados por
Otavio Cristiano Leite Cavalcante
(82) 3337-3191
Rua José Freire Moura 235 - 104
Maceio, Alagoas
Otavio Cristiano Leite Cavalcante
(82) 3337-3191
Rua José Freire Moura 235 - 104
Maceio, Alagoas BR.57010-020
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade
Dados Divulgados por
Marlon Roberio Goncalves Fernandes
(08) 2521-2566
Rua Sao Francisco 470
Arapiraca, Alagoas
Marlon Roberio Goncalves Fernandes
(08) 2521-2566
Rua Sao Francisco 470
Arapiraca, Alagoas BR.57300-080
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
Dados Divulgados por
Dados Divulgados por
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Anafilaxia
| DEFINIÇÃO Anafilaxia é a manifestação imunológica de uma reação de hipersensibilidade tipo I, mediada por Ig E ou Ig G. Clinicamente O termo é utilizado para descrever um grupo de sintomas (veja "manifestações clínicas" para a descrição completa) independente do mecanismo. Quando a base imunológica da síndrome não pode ser comprovada, o termo "anafilactóide" é utilizado. A expressão clínica da anafilaxia é variável em gravidade, o broncoespasmo ocorre frequentemente, porém a manifestação de alto risco mais comum é o choque cardiovascular. CAUSAS TÓXICAS Inúmeras substâncias podem causar anafilaxia. Agentes causais comuns incluem: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS História de exposição à substância capaz de produzir anafilaxia associada com as seguintes manifestações clínicas: - hipotensão
- broncoespasmo
- obstrução de vias aéreas
- edema pulmonar
- angioedema
- edema generalizado
- prurido
- rash
- vômitos
- diarréia
- dor abdominal
Em alguns casos, a história de exposição pode não ser clara. DIAGNOSTICO DIFERENCIAL
- Ansiedade
- Asma
- Broncoespasmo ou edema de glote devido a inalação de gases irritantes.
- Choque cardiogênico
- Corpo estranho em vias aéreas superiores
- Hipovolemia
- Embolismo pulmonar
- Reflexo vasovagal
INVESTIGAÇÕES RELEVANTES Sendo a anafilaxia considerada uma situação de emergência, não são necessárias investigações biomédicas antes de iniciar o tratamento. TRATAMENTO Epinefrina (Adrenalina) Epinefrina é o tratamento preferencial para anafilaxia e deve ser administrada o mais rápido possível, enquanto são estabelecidas medidas de suporte vital. É usualmente administrada via intramuscular, mas pode ser administrada via subcutânea em casos leves. Administração intravenosa está somente indicada em casos graves devido ao risco de arritmias ventriculares. Em pacientes entubados, instalação endotraqueal é possível se não houver acesso venoso disponível. Observações sobre o tratamento com epinefrina: - A dose de epinefrina NÃO É uma ampola.
- Em pacientes entubados, se a infusão intravenosa não é possível, instilação endotraqueal é uma alternativa possível.
- Pacientes em uso de beta-bloqueadores podem precisar maiores doses de epinefrina.
Oxigênio Oxigênio suplementar deve ser administrado em todos pacientes. Nos casos graves, especialmente aqueles com obstrução de vias aéreas, esta...
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