Médicos - Imunologia Porto Alegre, Rio Grande do Sul
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Alexandre Guedes Marcolla
513-2275
R Andradasdos 1711 - Sl. 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Alexandre Guedes Marcolla
513-2275
R Andradasdos 1711 - Sl. 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90030-140
Especialidade
Medicina do Trabalho
Dados Divulgados por
Elizabeth Lemos Silveira
(51) 3222-7139
Rua Dona Laura 45 - 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Elizabeth Lemos Silveira
(51) 3222-7139
Rua Dona Laura 45 - 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Genética Médica
Dados Divulgados por
Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Medicina Interna
Dados Divulgados por
Arlinda Quesada Beck
3320-3000
Ipiranga 6690 6690
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Arlinda Quesada Beck
3320-3000
Ipiranga 6690 6690
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Administração em Saúde
Dados Divulgados por
Valerie Noronha Menezes Kreutz
(51) 3222-9277
Padre Chagas 147 - Sala 504
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Valerie Noronha Menezes Kreutz
(51) 3222-9277
Padre Chagas 147 - Sala 504
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Medicina Estetica
Dados Divulgados por
Flávio Dias Silva
(51) 3341-0100
Av. Andaraí 130
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Flávio Dias Silva
(51) 3341-0100
Av. Andaraí 130
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.91350-110
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade
Dados Divulgados por
Gislaine Astir Lunardi Flores
(51) 3012-1739
General Neto 143
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Gislaine Astir Lunardi Flores
(51) 3012-1739
General Neto 143
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Medicina do Trabalho
Dados Divulgados por
Jorge David Rocha Zanol
(51) 3333-9393
Nilopolis 145
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Jorge David Rocha Zanol
(51) 3333-9393
Nilopolis 145
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Dados Divulgados por
Suzana dos Santos
(51) 3226-5947
Professor Annes Dias 154 - 601
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Suzana dos Santos
(51) 3226-5947
Professor Annes Dias 154 - 601
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90020-090
Especialidade
Medicina Intensiva
Dados Divulgados por
Jairo Aparicio Andrade Bueno
(51) 3330-3658
Ramiro Barcelos 1819 - 101
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Jairo Aparicio Andrade Bueno
(51) 3330-3658
Ramiro Barcelos 1819 - 101
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade
Dados Divulgados por
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Anafilaxia
| DEFINIÇÃO Anafilaxia é a manifestação imunológica de uma reação de hipersensibilidade tipo I, mediada por Ig E ou Ig G. Clinicamente O termo é utilizado para descrever um grupo de sintomas (veja "manifestações clínicas" para a descrição completa) independente do mecanismo. Quando a base imunológica da síndrome não pode ser comprovada, o termo "anafilactóide" é utilizado. A expressão clínica da anafilaxia é variável em gravidade, o broncoespasmo ocorre frequentemente, porém a manifestação de alto risco mais comum é o choque cardiovascular. CAUSAS TÓXICAS Inúmeras substâncias podem causar anafilaxia. Agentes causais comuns incluem: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS História de exposição à substância capaz de produzir anafilaxia associada com as seguintes manifestações clínicas: - hipotensão
- broncoespasmo
- obstrução de vias aéreas
- edema pulmonar
- angioedema
- edema generalizado
- prurido
- rash
- vômitos
- diarréia
- dor abdominal
Em alguns casos, a história de exposição pode não ser clara. DIAGNOSTICO DIFERENCIAL
- Ansiedade
- Asma
- Broncoespasmo ou edema de glote devido a inalação de gases irritantes.
- Choque cardiogênico
- Corpo estranho em vias aéreas superiores
- Hipovolemia
- Embolismo pulmonar
- Reflexo vasovagal
INVESTIGAÇÕES RELEVANTES Sendo a anafilaxia considerada uma situação de emergência, não são necessárias investigações biomédicas antes de iniciar o tratamento. TRATAMENTO Epinefrina (Adrenalina) Epinefrina é o tratamento preferencial para anafilaxia e deve ser administrada o mais rápido possível, enquanto são estabelecidas medidas de suporte vital. É usualmente administrada via intramuscular, mas pode ser administrada via subcutânea em casos leves. Administração intravenosa está somente indicada em casos graves devido ao risco de arritmias ventriculares. Em pacientes entubados, instalação endotraqueal é possível se não houver acesso venoso disponível. Observações sobre o tratamento com epinefrina: - A dose de epinefrina NÃO É uma ampola.
- Em pacientes entubados, se a infusão intravenosa não é possível, instilação endotraqueal é uma alternativa possível.
- Pacientes em uso de beta-bloqueadores podem precisar maiores doses de epinefrina.
Oxigênio Oxigênio suplementar deve ser administrado em todos pacientes. Nos casos graves, especialmente aqueles com obstrução de vias aéreas, esta...
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