Médicos - Imunologia Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
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Flavio Rotman
2547-4075
R. Siqueira Campos 43 - 713
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Flavio Rotman
2547-4075
R. Siqueira Campos 43 - 713
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Dados Divulgados por
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Dados Divulgados por
Anna Beatriz Chagas Bernardes
(21) 8121-9999
Rua Visconde de Pirajá 303 unidade 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Anna Beatriz Chagas Bernardes
(21) 8121-9999
Rua Visconde de Pirajá 303 unidade 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Especialidade
Medicina Estetica
Dados Divulgados por
Fernando J Chapermann
(21) 2247-0435
Av N S Copacabana 1066 - Sala 1102D
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fernando J Chapermann
(21) 2247-0435
Av N S Copacabana 1066 - Sala 1102D
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade
Dados Divulgados por
Heleine Laudelina de Almeida
24871615
Av. das Américas 16355 (cob.02) Recreio
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Heleine Laudelina de Almeida
24871615
Av. das Américas 16355 (cob.02) Recreio
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Especialidade
Medicina Estetica
Dados Divulgados por
Fernando Mauro Junqueira Bastos
(21) 2256-3618
Rua Tonelero 59 - 101
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fernando Mauro Junqueira Bastos
(21) 2256-3618
Rua Tonelero 59 - 101
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Especialidade
Medicina do Trabalho
Dados Divulgados por
Juliano Victor Albuquerque Luna
(21) 2295-3449
Av Venceslau Bras 71 - Fundos
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Juliano Victor Albuquerque Luna
(21) 2295-3449
Av Venceslau Bras 71 - Fundos
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Especialidade
Medicina Intensiva
Dados Divulgados por
Silvia Waymberg
2284-9739
R. Gal. Roca 440 - 108
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Silvia Waymberg
2284-9739
R. Gal. Roca 440 - 108
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Dados Divulgados por
Paulo Soares de Azevedo
(21) 2205-7223
Rua Barão do Flamengo 21 - 701
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Paulo Soares de Azevedo
(21) 2205-7223
Rua Barão do Flamengo 21 - 701
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Especialidade
Medicina do Trabalho
Dados Divulgados por
José Delzuith Maranhâo Filho
(21) 2268-4496
Rua Dona Delfina 12 - Casa 5
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
José Delzuith Maranhâo Filho
(21) 2268-4496
Rua Dona Delfina 12 - Casa 5
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro BR.20031-130
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade
Dados Divulgados por
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Anafilaxia
| DEFINIÇÃO Anafilaxia é a manifestação imunológica de uma reação de hipersensibilidade tipo I, mediada por Ig E ou Ig G. Clinicamente O termo é utilizado para descrever um grupo de sintomas (veja "manifestações clínicas" para a descrição completa) independente do mecanismo. Quando a base imunológica da síndrome não pode ser comprovada, o termo "anafilactóide" é utilizado. A expressão clínica da anafilaxia é variável em gravidade, o broncoespasmo ocorre frequentemente, porém a manifestação de alto risco mais comum é o choque cardiovascular. CAUSAS TÓXICAS Inúmeras substâncias podem causar anafilaxia. Agentes causais comuns incluem: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS História de exposição à substância capaz de produzir anafilaxia associada com as seguintes manifestações clínicas: - hipotensão
- broncoespasmo
- obstrução de vias aéreas
- edema pulmonar
- angioedema
- edema generalizado
- prurido
- rash
- vômitos
- diarréia
- dor abdominal
Em alguns casos, a história de exposição pode não ser clara. DIAGNOSTICO DIFERENCIAL
- Ansiedade
- Asma
- Broncoespasmo ou edema de glote devido a inalação de gases irritantes.
- Choque cardiogênico
- Corpo estranho em vias aéreas superiores
- Hipovolemia
- Embolismo pulmonar
- Reflexo vasovagal
INVESTIGAÇÕES RELEVANTES Sendo a anafilaxia considerada uma situação de emergência, não são necessárias investigações biomédicas antes de iniciar o tratamento. TRATAMENTO Epinefrina (Adrenalina) Epinefrina é o tratamento preferencial para anafilaxia e deve ser administrada o mais rápido possível, enquanto são estabelecidas medidas de suporte vital. É usualmente administrada via intramuscular, mas pode ser administrada via subcutânea em casos leves. Administração intravenosa está somente indicada em casos graves devido ao risco de arritmias ventriculares. Em pacientes entubados, instalação endotraqueal é possível se não houver acesso venoso disponível. Observações sobre o tratamento com epinefrina: - A dose de epinefrina NÃO É uma ampola.
- Em pacientes entubados, se a infusão intravenosa não é possível, instilação endotraqueal é uma alternativa possível.
- Pacientes em uso de beta-bloqueadores podem precisar maiores doses de epinefrina.
Oxigênio Oxigênio suplementar deve ser administrado em todos pacientes. Nos casos graves, especialmente aqueles com obstrução de vias aéreas, esta...
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