Médicos - Imunologia São Paulo, São Paulo
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Thomaz Rafael Gollop
(11) 5093-0809
R. Félix de Sousa 321
São Paulo, São Paulo
Thomaz Rafael Gollop
(11) 5093-0809
R. Félix de Sousa 321
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Genética Médica
Dados Divulgados por
Maykyol Avaroma Melgar
(11) 2029-7222
Rua Terenas 161
São Paulo, São Paulo
Maykyol Avaroma Melgar
(11) 2029-7222
Rua Terenas 161
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Medicina Intensiva
Dados Divulgados por
Maria Mercedes Granja
(11) 3079-3000
Rua Urussui 92 - 125
São Paulo, São Paulo
Maria Mercedes Granja
(11) 3079-3000
Rua Urussui 92 - 125
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Dados Divulgados por
Clarissa Peric de Freitas
(11) 5084-7432
São Paulo, São Paulo
Clarissa Peric de Freitas
(11) 5084-7432
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade
Dados Divulgados por
Valdemiro de Souza Lima Júnior
(11) 2799-3381
Celso Garcia 2294
São Paulo, São Paulo
Valdemiro de Souza Lima Júnior
(11) 2799-3381
Celso Garcia 2294
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Medicina do Trabalho
Dados Divulgados por
Ana Claudia Montezino
(11) 3285-2685
R. Carlos Sampaio 304 cj.112
São Paulo, São Paulo
Ana Claudia Montezino
(11) 3285-2685
R. Carlos Sampaio 304 cj.112
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Dados Divulgados por
Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo
Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Administração em Saúde
Dados Divulgados por
Ivan Fernandes da Silva
(11) 3283-5233
Paulista 509 - Cj. 1107
São Paulo, São Paulo
Ivan Fernandes da Silva
(11) 3283-5233
Paulista 509 - Cj. 1107
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
Dados Divulgados por
Paulo Engler Pinto Jr.
(11) 3081-9791
Rua Cacapava 49 - Cj. 34
São Paulo, São Paulo
Paulo Engler Pinto Jr.
(11) 3081-9791
Rua Cacapava 49 - Cj. 34
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Dados Divulgados por
Gisele Cristine Teixeira Barbosa
(11) 3081-5973
Rua Rubião Meira 42
São Paulo, São Paulo
Gisele Cristine Teixeira Barbosa
(11) 3081-5973
Rua Rubião Meira 42
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Medicina Estetica
Dados Divulgados por
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Anafilaxia
| DEFINIÇÃO Anafilaxia é a manifestação imunológica de uma reação de hipersensibilidade tipo I, mediada por Ig E ou Ig G. Clinicamente O termo é utilizado para descrever um grupo de sintomas (veja "manifestações clínicas" para a descrição completa) independente do mecanismo. Quando a base imunológica da síndrome não pode ser comprovada, o termo "anafilactóide" é utilizado. A expressão clínica da anafilaxia é variável em gravidade, o broncoespasmo ocorre frequentemente, porém a manifestação de alto risco mais comum é o choque cardiovascular. CAUSAS TÓXICAS Inúmeras substâncias podem causar anafilaxia. Agentes causais comuns incluem: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS História de exposição à substância capaz de produzir anafilaxia associada com as seguintes manifestações clínicas: - hipotensão
- broncoespasmo
- obstrução de vias aéreas
- edema pulmonar
- angioedema
- edema generalizado
- prurido
- rash
- vômitos
- diarréia
- dor abdominal
Em alguns casos, a história de exposição pode não ser clara. DIAGNOSTICO DIFERENCIAL
- Ansiedade
- Asma
- Broncoespasmo ou edema de glote devido a inalação de gases irritantes.
- Choque cardiogênico
- Corpo estranho em vias aéreas superiores
- Hipovolemia
- Embolismo pulmonar
- Reflexo vasovagal
INVESTIGAÇÕES RELEVANTES Sendo a anafilaxia considerada uma situação de emergência, não são necessárias investigações biomédicas antes de iniciar o tratamento. TRATAMENTO Epinefrina (Adrenalina) Epinefrina é o tratamento preferencial para anafilaxia e deve ser administrada o mais rápido possível, enquanto são estabelecidas medidas de suporte vital. É usualmente administrada via intramuscular, mas pode ser administrada via subcutânea em casos leves. Administração intravenosa está somente indicada em casos graves devido ao risco de arritmias ventriculares. Em pacientes entubados, instalação endotraqueal é possível se não houver acesso venoso disponível. Observações sobre o tratamento com epinefrina: - A dose de epinefrina NÃO É uma ampola.
- Em pacientes entubados, se a infusão intravenosa não é possível, instilação endotraqueal é uma alternativa possível.
- Pacientes em uso de beta-bloqueadores podem precisar maiores doses de epinefrina.
Oxigênio Oxigênio suplementar deve ser administrado em todos pacientes. Nos casos graves, especialmente aqueles com obstrução de vias aéreas, esta...
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