Médicos - Neurologista Feira de Santana, Bahia

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Marbele Santos Guimaraes
(75) 3223-5029
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Joaquim Osorio Lacerda Brandao
(75) 3616-8000
Avenida Getulio Vargas 1186
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Ecio Soares Teixeira
(71) 3348-7511
Av.Antônio Carlos Magalhães 1113
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Antonio Roberto Silva Dantas
(71) 3243-3516
Av Estados Unidos 528 - S/520
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria de Fátima V Albuquerque
(71) 3243-6963
Av Sete de Setembro 29 - Ed São Luiz S/202
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Lucio Couto de Oliveira Junior
(75) 3614-7368
Av. Getúlio Vargas 1186
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Bruno Cunha Pires
(75) 3223-5029
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Gilson Soares Feitosa Filho
(71) 2203-8214
Praça Almeida Couto 500
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Ademario Galvao Spinola
(71) 3276-8200
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Roberto Vieira Pinto
(71) 3358-2641
Av Acm - Centro Medico Louis Pasteur Sala 905
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Médicos - Neurologista

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Epilepsia (palavra de origem grega que quer dizer atacar de surpresa), é uma afecção crônica do Sistema Nervoso Central, na qual o paciente é predisposto a apresentar episódios agudos de descarga excessiva, anormal e transitória de células nervosas (crises epilépticas).

Este quadro pode ou não ser acompanhado de Distúrbios do Comportamento ou Déficit das Funções Cognitivas. Para que se caracterize a epilepsia, o caráter repetitivo das crises é fundamental, ou seja, uma crise isolada não constitiu elemento para defini-la.

A Crise Epiléptica

É a manifestação clínica causada por uma descarga transitória, excessiva e anormal de células nervosas. Pode ser comparada a uma tempestade elétrica, ocorrendo num grupo de neurônios.

As descargas podem variar de local, extensão e severidade, o que leva a uma ampla diversidade de formas clínicas.

Os sinais e sintomas de uma crise epiléptica (distúrbios da consciência, dos movimentos ou da sensibilidade) refletem, portanto, a ativação da parte do cérebro afetada por esta atividade excessiva. Pode ser afetada apenas uma parte do cérebro (crise parcial ou focal) ou toda extensão dos dois hemisférios cerebrais (crise generalizada).

É importante lembrar que o termo disritmia, aplicado nesta área, não tem fundamento científico.

Q uem sofre com a Epilepsia

A grande variação nos dados obtidos sobre a epidemiologia da epilepsia deve-se à dificuldade de diagnóstico e ao preconceito que faz com que pacientes e familiares omitam o problema. A prevalência de epilepsia é estimada em 1 a 2% da população geral.

Considerando-se uma população de 150 milhões de habitantes para o Brasil, teríamos então, aproximadamente 1,5 milhão a 3 milhões de pacientes epilépticos. Pode-se, portanto, concluir, que a epilepsia se constitui em um importante problema de saúde pública.

A incidência varia consideravelmente de acordo com a idade, sendo que mais de 75% dos pacientes terão sua primeira crise antes dos 18 anos. A faixa mais acometida é a infantil, grande parte com menos de 2 anos de idade.Estima-se, também, que seja discretamente mais frequente no sexo masculino e em classes sociais mais baixas.

D iagnóstico

A determinação do diagnóstico de epilepsia requer investigação clínica criteriosa:

  • História clínica com descrição da crise;
  • Antecedentes pessoais (neurológicos e psiquiátricos);
  • Antecedentes familiares;
  • Exame clínico;
  • Exame neurológico;
  • Exames complementares, como:
  • Eletroencefalograma (EEG);
  • Tomografia computadorizada (TC);
  • Ressonância mag...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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