Médicos - Neurologista Florianópolis, Santa Catarina
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Médicos - Neurologista
![]() | Este quadro pode ou não ser acompanhado de Distúrbios do Comportamento ou Déficit das Funções Cognitivas. Para que se caracterize a epilepsia, o caráter repetitivo das crises é fundamental, ou seja, uma crise isolada não constitiu elemento para defini-la. |
A Crise Epiléptica
É a manifestação clínica causada por uma descarga transitória, excessiva e anormal de células nervosas. Pode ser comparada a uma tempestade elétrica, ocorrendo num grupo de neurônios.
As descargas podem variar de local, extensão e severidade, o que leva a uma ampla diversidade de formas clínicas.
Os sinais e sintomas de uma crise epiléptica (distúrbios da consciência, dos movimentos ou da sensibilidade) refletem, portanto, a ativação da parte do cérebro afetada por esta atividade excessiva. Pode ser afetada apenas uma parte do cérebro (crise parcial ou focal) ou toda extensão dos dois hemisférios cerebrais (crise generalizada).
É importante lembrar que o termo disritmia, aplicado nesta área, não tem fundamento científico.
Q uem sofre com a Epilepsia
A grande variação nos dados obtidos sobre a epidemiologia da epilepsia deve-se à dificuldade de diagnóstico e ao preconceito que faz com que pacientes e familiares omitam o problema. A prevalência de epilepsia é estimada em 1 a 2% da população geral.
Considerando-se uma população de 150 milhões de habitantes para o Brasil, teríamos então, aproximadamente 1,5 milhão a 3 milhões de pacientes epilépticos. Pode-se, portanto, concluir, que a epilepsia se constitui em um importante problema de saúde pública.
A incidência varia consideravelmente de acordo com a idade, sendo que mais de 75% dos pacientes terão sua primeira crise antes dos 18 anos. A faixa mais acometida é a infantil, grande parte com menos de 2 anos de idade.Estima-se, também, que seja discretamente mais frequente no sexo masculino e em classes sociais mais baixas.
D iagnóstico
A determinação do diagnóstico de epilepsia requer investigação clínica criteriosa:
- História clínica com descrição da crise;
- Antecedentes pessoais (neurológicos e psiquiátricos);
- Antecedentes familiares;
- Exame clínico;
- Exame neurológico;
- Exames complementares, como:
- Eletroencefalograma (EEG);
- Tomografia computadorizada (TC);
- Ressonância mag...

