Pneumologista Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Lucia Maia Peron
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R Rua da Paz 561 - Sala 04
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

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Angiomed Serviços Médicos e Laboratoriais Ltda
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Centro Clínico Saúde Integrada
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Clínica Alvorecer
(67) 3326-1461
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

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Celso Tabosa, Dr./Ultra-Sonografia Monte Líbano
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Pneumologista

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Quase todas as mortes causadas por asma poderiam ter sido evitadas se os pacientes e seus médicos conhecessem melhor a doença, revelou uma pesquisa realizada por toda a Ásia e divulgada nesta terça-feira.  

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que pelo menos 150 milhões de pessoas sofrem de asma em todo o mundo e que mais de 180.000 morrem da doença a cada ano.

As pessoas que têm asma sofrem e correm riscos desnecessariamente, enquanto asmáticos mais graves arriscam suas vidas recebendo tratamento inadequado, disse o especialista em respiração Christopher Lai.

"O principal responsável pelas mortes causadas pela asma foi o fato de se subestimá-la", acrescentou.

O estudo asiático, realizado entre setembro e dezembro de 2000 sob patrocínio do laboratório farmacêutico GlaxoSmithKline, abrangeu mais de 3.200 pacientes e pais de asmáticos em 13 cidades da China, Cingapura, Coréia, Filipinas, Hong Kong, Malásia, Taiwan e Vietnã.

O estudo revelou que muitos asmáticos não se dão conta da gravidade de sua condição ou desconhecem que a doença pode ser controlada. Muitos também disseram ter recebido diagnóstico e tratamento insuficientes. Sessenta por cento contaram nunca ter feito um simples exame de função pulmonar.

Dentre as pessoas estudadas, 43 por cento disseram que, no período de quatro semanas antecedentes ao questionário, foram acordados à noite devido à asma.

Outras 44 por cento afirmaram ter sido hospitalizadas ou recebido tratamento de emergência por causa de sua condição, durante os 12 meses anteriores ao estudo.

Mais de 91 por cento dos entrevistados não foram tratados com corticosteróide, considerado por alguns médicos o tratamento preventivo mais eficiente disponível.

"Há medo em usar esteróides porque muitos temem que possa implicar em efeitos colaterais," disse. "Na realidade, não ha problemas em sua inalação."

A deterioração...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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