Pneumologista Cuiabá, Mato Grosso

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Eliane Solange de Souza Pires
(65) 3617-1688
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Audimet Auditoria em Saúde e Medicina do Trabalho
(65) 3321-8725
r Des José Mesquita, 303 Araés
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Cecan
(65) 3623-7032
Pc Do Seminário, 141
Cuiabá, Mato Grosso

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Cardioclin
(65) 3027-3040
r Joaquim Murtinho, 551
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Clínica Médica Mady Ltda
(65) 3625-1491
r Manoel Ramos Lino, 223, Coophamil
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Naíra Domingos Sé
(65) 3322-2504
Rua Rua dos Líriosº 525
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Center Clin
(65) 3321-5658
r Br de Melgaço, 2403
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Castro, Maria C D
(65) 3321-5658
r Br Melgaço, 2403
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Ângela Cristina Fanzeres Monteiro Fortes
(65) 3621-1806
r Dr Clóvis Corrêa Costa, s/n c 201
Cuiabá, Mato Grosso

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Antônio M Silva
(65) 3321-4451
r Joaquim Murtinho, 940 Centro Sul
Cuiabá, Mato Grosso

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Pneumologista

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Quase todas as mortes causadas por asma poderiam ter sido evitadas se os pacientes e seus médicos conhecessem melhor a doença, revelou uma pesquisa realizada por toda a Ásia e divulgada nesta terça-feira.  

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que pelo menos 150 milhões de pessoas sofrem de asma em todo o mundo e que mais de 180.000 morrem da doença a cada ano.

As pessoas que têm asma sofrem e correm riscos desnecessariamente, enquanto asmáticos mais graves arriscam suas vidas recebendo tratamento inadequado, disse o especialista em respiração Christopher Lai.

"O principal responsável pelas mortes causadas pela asma foi o fato de se subestimá-la", acrescentou.

O estudo asiático, realizado entre setembro e dezembro de 2000 sob patrocínio do laboratório farmacêutico GlaxoSmithKline, abrangeu mais de 3.200 pacientes e pais de asmáticos em 13 cidades da China, Cingapura, Coréia, Filipinas, Hong Kong, Malásia, Taiwan e Vietnã.

O estudo revelou que muitos asmáticos não se dão conta da gravidade de sua condição ou desconhecem que a doença pode ser controlada. Muitos também disseram ter recebido diagnóstico e tratamento insuficientes. Sessenta por cento contaram nunca ter feito um simples exame de função pulmonar.

Dentre as pessoas estudadas, 43 por cento disseram que, no período de quatro semanas antecedentes ao questionário, foram acordados à noite devido à asma.

Outras 44 por cento afirmaram ter sido hospitalizadas ou recebido tratamento de emergência por causa de sua condição, durante os 12 meses anteriores ao estudo.

Mais de 91 por cento dos entrevistados não foram tratados com corticosteróide, considerado por alguns médicos o tratamento preventivo mais eficiente disponível.

"Há medo em usar esteróides porque muitos temem que possa implicar em efeitos colaterais," disse. "Na realidade, não ha problemas em sua inalação."

A deterioração...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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