Pneumologista Macapá, Amapá

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José Carlos Esteves Gondim
(96) 3217-2200
Av. Raimundo Alvares da Costa 0000 - Posto da UNIMED
Macapa, Amapá
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Joana Silva Carvalho/Hemodiagnostico
700-0705
Av. Coaracyunes 890
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Corpus Diagnostico Medicos
(96) 3223-1177
av Procópio Rola, 104 Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
L R Fernandes Garcia
(96) 3222-1645
av Ernestino Borges, 172, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
M. T. R. Goncalves - Me
(96) 3222-2360
av FAB, 1835, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
S C da Silva Lab Diagnose
(96) 223-4554
Av Raimundo a da Costa 336
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Balbino
(96) 3223-0737
Avenida 13 - de Setembro 543
Macapa, Amapá
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Sociedade Beneficiente Mae Luzia S/c Ltda
(96) 3224-3293
r Rondon,Gal, 577, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
R. S. Amorim - Me
(96) 3217-0333
av Mendonça Júnior, 543, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Paranhos & Vancan Fisioterapia e Odontologia Ltda
(96) 3223-8754
av Coriolano Juca, 265, Als, Central
Macapá, Amapá

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Pneumologista

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Quase todas as mortes causadas por asma poderiam ter sido evitadas se os pacientes e seus médicos conhecessem melhor a doença, revelou uma pesquisa realizada por toda a Ásia e divulgada nesta terça-feira.  

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que pelo menos 150 milhões de pessoas sofrem de asma em todo o mundo e que mais de 180.000 morrem da doença a cada ano.

As pessoas que têm asma sofrem e correm riscos desnecessariamente, enquanto asmáticos mais graves arriscam suas vidas recebendo tratamento inadequado, disse o especialista em respiração Christopher Lai.

"O principal responsável pelas mortes causadas pela asma foi o fato de se subestimá-la", acrescentou.

O estudo asiático, realizado entre setembro e dezembro de 2000 sob patrocínio do laboratório farmacêutico GlaxoSmithKline, abrangeu mais de 3.200 pacientes e pais de asmáticos em 13 cidades da China, Cingapura, Coréia, Filipinas, Hong Kong, Malásia, Taiwan e Vietnã.

O estudo revelou que muitos asmáticos não se dão conta da gravidade de sua condição ou desconhecem que a doença pode ser controlada. Muitos também disseram ter recebido diagnóstico e tratamento insuficientes. Sessenta por cento contaram nunca ter feito um simples exame de função pulmonar.

Dentre as pessoas estudadas, 43 por cento disseram que, no período de quatro semanas antecedentes ao questionário, foram acordados à noite devido à asma.

Outras 44 por cento afirmaram ter sido hospitalizadas ou recebido tratamento de emergência por causa de sua condição, durante os 12 meses anteriores ao estudo.

Mais de 91 por cento dos entrevistados não foram tratados com corticosteróide, considerado por alguns médicos o tratamento preventivo mais eficiente disponível.

"Há medo em usar esteróides porque muitos temem que possa implicar em efeitos colaterais," disse. "Na realidade, não ha problemas em sua inalação."

A deterioração...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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