Pneumologista Rio Verde, Goiás

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Riolab Laboratório
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Rio Verde, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Especialidade
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Goiania, Goiás
Especialidade
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Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

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Susana Bernardes da Silva
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Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Intensiva

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(62) 3541-6022
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

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Cilene Angelica Di Silva Ferro
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Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Marise Amaral Reboucas Moreira
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Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

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Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Circoncisto L Ribeiro Junior
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Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

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Pneumologista

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Quase todas as mortes causadas por asma poderiam ter sido evitadas se os pacientes e seus médicos conhecessem melhor a doença, revelou uma pesquisa realizada por toda a Ásia e divulgada nesta terça-feira.  

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que pelo menos 150 milhões de pessoas sofrem de asma em todo o mundo e que mais de 180.000 morrem da doença a cada ano.

As pessoas que têm asma sofrem e correm riscos desnecessariamente, enquanto asmáticos mais graves arriscam suas vidas recebendo tratamento inadequado, disse o especialista em respiração Christopher Lai.

"O principal responsável pelas mortes causadas pela asma foi o fato de se subestimá-la", acrescentou.

O estudo asiático, realizado entre setembro e dezembro de 2000 sob patrocínio do laboratório farmacêutico GlaxoSmithKline, abrangeu mais de 3.200 pacientes e pais de asmáticos em 13 cidades da China, Cingapura, Coréia, Filipinas, Hong Kong, Malásia, Taiwan e Vietnã.

O estudo revelou que muitos asmáticos não se dão conta da gravidade de sua condição ou desconhecem que a doença pode ser controlada. Muitos também disseram ter recebido diagnóstico e tratamento insuficientes. Sessenta por cento contaram nunca ter feito um simples exame de função pulmonar.

Dentre as pessoas estudadas, 43 por cento disseram que, no período de quatro semanas antecedentes ao questionário, foram acordados à noite devido à asma.

Outras 44 por cento afirmaram ter sido hospitalizadas ou recebido tratamento de emergência por causa de sua condição, durante os 12 meses anteriores ao estudo.

Mais de 91 por cento dos entrevistados não foram tratados com corticosteróide, considerado por alguns médicos o tratamento preventivo mais eficiente disponível.

"Há medo em usar esteróides porque muitos temem que possa implicar em efeitos colaterais," disse. "Na realidade, não ha problemas em sua inalação."

A deterioração...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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