Tratamento epilepsia Abaetetuba, Pará

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Abaetetuba.

Albedy Moreira Bastos
(91) 3222-6251
Tv Quatorze de Marco 2019
Belem, Pará
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Eric Homero Albuquerque Paschoal
(91) 3202-7400
Av Gentil Bittencourt 2353
Belem, Pará
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Armando de Moura Brito
(91) 3210-1420
Av Generalissimo Deodoro 868
Belem, Pará
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Alvina Sebastiana Correa Araújo
(913) 751-1145
av Pedro Rodrigues, 424
Abaetetuba, Pará
 
José Manoel Marques Rodrigues Brandão
(913) 751-1985
r Siqueira Mendes, 1675
Abaetetuba, Pará
 
Jose Luiz Salame Guimaraes
Av Conselheiro Furtado 2674
Belem, Pará
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Heliana Maria Zoghbi
(91) 3249-2654
Rua Arciprestes Manoel Teodoro 734 - Sala 734 2º Andar
Belem, Pará
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Antonio Cesar de Azevedo Neves
(91) 3241-3124
Av Generalissimo Deodoro 868
Belem, Pará
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Elton Gonçalves Bensaba
(913) 751-2155
r BR Branco, 1462
Abaetetuba, Pará
 
Lions Clube Abaetetuba
(913) 751-1227
tr Sertão, 1175
Abaetetuba, Pará
 
Dados Divulgados por

Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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