Tratamento epilepsia Alegrete, Rio Grande do Sul

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Alegrete.

Marcelo Paglioli Ferreira
(51) 3311-0890
Ramiro Barcelos 910 - 602
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Moacyr Walter Chiarello
(54) 214-1544
Rua Marechal Floriano 618 - Sl. 301
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Kelly de Oliveira Harada
(55) 3222-5188
R Duque de Caxias 1668 - Sala:601
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Paulo Eduardo Peixoto de Freitas
(51) 3227-6208
Av. Independencia 172 - Centro
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Andre Martins de Lima Cecchini
(51) 3348-2277
Av Assis Brasil 3532 - Cj.301
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Antonio Carlos Cunha Hemann
(51) 3320-5067
Av. Ipiranga 6690 - Cj 314
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Jose Ricardo Vanzin
(54) 3311-1266
General Neto 1316 - 102
Passo Fundo, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Paulo Rogerio Grubel Diehl
(54) 331-3111
Av Patria 823 - Sl. 401
Carazinho, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Leovegildo Fonseca Frigeri
(54) 3221-5363
Rua Garibaldi 791 - 705
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Joao Guilherme Valentim Neto
(51) 3315-1504
Av. Ipiranga 6690 - Cj. 809
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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