Tratamento epilepsia Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Angra dos Reis.

Luiz Ricardo Masieri Morisson
257-0226
R. Gal. Roca 685 - 601
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Charles Cury-Clin Neurol. de Criancas e Adultos Lt
(21) 2612-0770
Av Sete de Setembro 235
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Fernando de Araujo Cavalcanti
(21) 2691-9595
Rua João Pessoa 1741
Nilopolis, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Gustavo Ortigao Tavares Lemos
242-3394
Av. Nelson Cardoso 1024
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Jorge Estaquio Jacob Vidigal
(24) 3343-4904
Rua Quarenta 14 - Sala 1204
Volta Redonda, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Claudia Cristina F Vasconcelos
2596-0888
R. Dias da Cruz 155 - 307
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Armando da Gloria Junior
2447-6144
Est. de Jacarepagua 7655 - 616
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Suse Arnaut da C Eiras de Souza
2281-0744
R. Lucidio Lago 126 - 401
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Pedro Portugal Pereira Jorge
(22) 2759-0405
Avenida Rui Barbosa 688 - Bloco C Sala 204
Macae, Rio de Janeiro
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Pablo Gonzalez
3385-4178
Av. das Américas 4200 - Centro Empresarial Barrashopping - Bloco 01 (ed. Ri
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Cirurgia e traumatologia Buco-maxilo-facial

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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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