Tratamento epilepsia Bagé, Rio Grande do Sul

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Bagé.

Julio Bayard Garcez Lucas
(53) 3242-6211
Carlos Mangabeira 103 - Centro Clínico Sta Casa
Bage, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Lisiandra Zilio Prates Webster
(51) 3723-4094
R Quinze Deovembro 612 - Sala202
Cachoeira Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Paulo Eduardo Peixoto de Freitas
(51) 3227-6208
Av. Independencia 172 - Centro
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Anthero Sarmento Ferreira
(51) 3226-3991
Professor Annes Dias 154 - Sl 1101
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Renato Muller
(53) 3222-9695
Rua Princesa Isabel 300 - a
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Apio Claudio Martins Antunes
(51) 3222-5760
Rua Luciana de Abreu 471 - 308
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Antonio Carlos Cunha Hemann
(51) 3320-5067
Av. Ipiranga 6690 - Cj 314
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Heitor Constantino Gomes Fraga
(51) 3231-1027
Antenor Lemos 56
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Jose Ricardo Vanzin
(54) 3311-1266
General Neto 1316 - 102
Passo Fundo, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Amir Jose dos Santos
(51) 3230-2636
R Costa 30 - Sl. 211
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Tratamento epilepsia

Fornecido por: 

Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net