Tratamento epilepsia Barreiras, Bahia

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Barreiras.

Jesus Ovídio Roberto G Cordeiro
(71) 3203-3472
Av Princesa Leopoldina 2 - Sala 204 Centro Medico do Hosp. Portugues
Salvador, Bahia
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Ezir de Araujo Lima Junior
(74) 3611-4942
Pc Imaculada Conceicao 27 - Anexos 293/243
Juazeiro, Bahia
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Elza Moura Pinheiro
(73) 3613-6431
Avenida Aziz Maron 1117 - 3 Andar - Salas 305/306
Itabuna, Bahia
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Alcione Mendes de Souza
(77) 3427-7100
Vitoria Da Conquista, Bahia
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Marcos Jaire
(71) 3203-0400
Cirurgia Geral Coloproctologia
Salvador, Bahia
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Nivaldo da Silva Brandao
(71) 3324-3910
Salvador, Bahia
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Jesus Ovidio Roberto Gomez Cordero
(71) 3235-6575
Av. Anita Garibaldi 1133 - Centro o. Itamaraty Sl. 307
Salvador, Bahia
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Carlos Aldivio B Porto
(73) 3613-6431
Avenida Aziz Maron 1117 - 3 Andar - Salas 305/306
Itabuna, Bahia
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Nelson Ribeiro Neto
(71) 3241-5844
Rua Brigadeiro Freitas Guimaraes 2/3
Salvador, Bahia
Especialidade
Cirurgia e traumatologia Buco-maxilo-facial

Dados Divulgados por
Guilherme T Valenca
(71) 3353-5156
Av Acm ED.PITUBA PARQUE CENTER - Sala 222 Ala B
Salvador, Bahia
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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