Tratamento epilepsia Cachoeirinha, Rio Grande do Sul

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Cachoeirinha.

Janete Rup Litwiniak
(51) 3472-4054
Rua Muck 344 - Sl. 707
Canoas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Jucelei de Fatima Visioli Melo
(51) 3488-4352
Adolfo Inacio de Barcelos 568
Gravatai, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Marisa Nudelman
513-2111
R Vigario Jose Inacio 399 - Sl. 603
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Jose Vitor Pinto
(51) 3311-3930
Rua Ramiro Barcelos 910 - 1004
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Maria Isabel Bragatti Winckler
(51) 3311-1447
R General Joao Telles 524 - Sl 604
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Kleber Cavalcante Santos
513-4669
R Domingos Martins 111 - Sl. 501
Canoas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Amauri Dalacorte
(51) 3320-6030
R Grutada 145 - Sl. 304
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Andre Martins de Lima Cecchini
(51) 3348-2277
Av Assis Brasil 3532 - Cj.301
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Gerson Evandro Perondi
(51) 3330-5028
R Dona Laura 226 - Sl. 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Paulo Eloy Passos Filho
(51) 3224-5996
Av Independencia 270
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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