Tratamento epilepsia Campina Grande, Paraíba

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Campina Grande.

Luciano Ferreira de Holanda
(83) 3322-3777
Expedicionarios do Brasil 57
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Tales da Costa Gondim
(83) 3322-8659
R Dom Pedro Ii 668
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Wellington Torres de Andrade
(83) 3343-1705
R Duque de Caxias 603 - Sl. 206
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Jose Alberto Goncalves da Silva
(83) 3221-8533
Prq Solon de Lucena 530 - Sl. 306Edf. Lagoa Center
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Artur Bernardes Carvalho de Oliveira
(83) 3241-1267
Av Tabajaras 981
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Maria das Gracas Loureiro das Chagas
833-3224
R Duque de Caxias 523 - Sl. 706Edf. San Rafael
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Antonio Roberto Vaz Ribeiro
(83) 3321-6926
R Coronel Jose Andre 96
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Stenio Abrantes Sarmento
(83) 222-8050
Av. Almirante Barroso 905
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Valdir Delmiro Neves
(83) 244-6165
Av. Rui Barbosa 203
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Antonio Roberto Vaz Ribeiro
(83) 3321-6926
R Coronel Jose Andre 96
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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