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Tratamento epilepsia Campo Largo, Paraná

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Campo Largo.

Aloisio Ponti Lopes
(41) 3225-7885
R Jose Loureiro 133 - Cj 712 7a
Curitiba, Paraná
ANA CHRYSTINA DE SOUZA CRIPPA
41-32262722
Rua da Paz195 cj 312
Curitiba, Paraná
Cristiane Vasconcellos Faria Sung
(44) 3262-4800
Av.Carlos Gomes 386
Maringa, Paraná
Efigenio Silvio de Castro Junior
(43) 3321-6410
Rua Souzaaves 1044 - Sala 202
Londrina, Paraná
Eduardo Odebrecht Pimentel
(43) 3344-4060
R. Prof. Joao Candido 1515 - Sl 102
Londrina, Paraná
Vinicius de Paula Guedes
(41) 9648-3624
São Jose 300
Curitiba, Paraná
Carlos Alberto Mattozo
(41) 9927-5115
Rua Professor Brandão 50
Curitiba, Paraná
Carlos Frederico de Almeida Rodrigues
(46) 3225-8840
Av Brasil 580
Pato Branco, Paraná
Regional Hospital de Caridade N. Sra. Aparecida
(42) 3524-3388
Br 476 - Km 03
Uniao Da Vitoria, Paraná
Douglas de Marchi
(44) 3225-3616
Rio Branco 761
Maringa, Paraná
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Tratamento epilepsia

Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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