Tratamento epilepsia Lages, Santa Catarina

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Lages.

Daniela Monteiro de C Porto Pamplona
3346-0090
Rua Paulino Pedro Hermes 2427
Sao Jose, Santa Catarina
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Alexandre Cunha Bastos
3229-7777
Rua Menino Deus 63
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Daniel Santos Sousa
3224-0843
Rua Menino Deus 63
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Antonio Cesar de Melo Mussi
3224-0843
Rua Menino Deus 63 - 419
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Henrique Velloso Sala
322-2224
Rua Felipe Schmidt 249 - 803
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Andre Sobierajski dos Santos
3222-2223
Rua Menino Deus 63 - 412 Bl a
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Alfredo Gandur Dacach Filho
322-3701
Rua Cel Lopes Vieira 105
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Marcia Costa Morales
(49) 3329-3880
Marechal Deodoro da Fonseca 400 - Esala 605
Chapeco, Santa Catarina
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Egon Frantz
(47) 322-6174
Prefeito Frederico Busch Junior 255
Blumenau, Santa Catarina
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Pedro Telles
(47) 3348-1742
Avenida Cornel Marcos Konder1313 conjunto 701
Itajai, Santa Catarina
Especialidade
Cirurgia e traumatologia Buco-maxilo-facial

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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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