Tratamento epilepsia Macapá, Amapá

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Macapá.

Reinaldo Carlos R Barcessat
(96) 222-2022
r Hildemar Maia, 1046, Santa Rita
Macapá, Amapá
 
Leonal Rubem Fernandes Garcia
(96) 222-1645
av José Antônio Siqueira, 752, Laguinho
Macapá, Amapá
 
Lions Clube Macapá Centro
(96) 222-4131
r Leopoldo Machado, 938, Jesus De Nazaré
Macapá, Amapá
 
Marluce Salomão Santána
(96) 224-2390
av Fab, 2415, Central
Macapá, Amapá
 
Madmacon Compensados
(96) 281-1480
r Salvador Diniz, 265
Macapá, Amapá
 
Helio Grott Fl
(96) 222-0563
r Santos Dumont, 500, Santa Rita
Macapá, Amapá
 
Eliana Dirce Torres Khoury
(96) 241-3164
psg Jovino Dinoa, 4126, Laguinho
Macapá, Amapá
 
Julia Maria S Voorham
(96) 223-9438
r Odilardo Silva, 2119, Laguinho
Macapá, Amapá
 
Arthur Torrinha
(96) 223-1355
av Mario Cruz, 14, Central
Macapá, Amapá
 
DR Heraldo Rodrigues Ribeiro
(96) 222-1660
tv Raimundo Alvares da Costa, 341, Santa Rita
Macapá, Amapá
 

Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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