Tratamento epilepsia Manaus, Amazonas

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Manaus.

Teresinha de Jesus Santana Ribeiro
(92) 3233-9797
Rio Javari 12 - Cj Vieiralves
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Jose Francisco Queiroz de Melo
(92) 3248-2843
Av. Autaz Mirim 100
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Erika C V Costa
(92) 3659-3888
Av Djalma Batista 1661 - Sl 1503 Ed Medical Tower (Millenium Center)
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Jefferson Augusto Travessa Ribeiro
(92) 3233-9797
Rua Rio Javari 12 - Cj Vieiralves
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Jose Francisco Queiroz de Melo
(92) 3248-2843
Av. Autaz Mirim 100
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Carlos Mauricio Oliveira de Almeida
(92) 3642-4955
CLÍNICA NEUROLÓGICA-INSTITUTO DE NEURODIAGNÓSTICO DO AMAZONAS
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Simao Goncalves Maduro
(92) 3238-3868
Av. Constantino Nery 2789 - Ed. Empire Center Sala 1204
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Joao Queiroz de Melo
923-6565
Av. Darcy Vargas Nº 215 - Bl B (Conj Tocantins)
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Teresinha de Jesus Santana Ribeiro
(92) 3233-9797
Rio Javari 12 - Cj Vieiralves
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Joao Queiroz de Melo
923-6565
Av. Darcy Vargas Nº 215 - Bl B (Conj Tocantins)
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Tratamento epilepsia

Fornecido por: 

Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net