Tratamento epilepsia Parnaíba, Piauí

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Parnaíba.

Wilson Nunes Martins
(61) 0862-2378
R Sao Pedro 2700
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Marcos Alcino Soares S Marques
(86) 4009-1100
R Coelho de Resende 1276 - Espaco Vida Hti
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Jose Nazareno Pearce de O Brito
R Sao Pedro 2133 - Cl Lucidio Portela
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Luiz Claudio Pereira Galvao
(86) 3222-3912
R Felix Pacheco 2159 - Sala 406
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Manoel Baldoino Leal Filho
226-1766
R Gov Artur de Vasconcelos 670 - Sl 403
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Raimundo Nogueira de Sa Filho
(86) 3221-2860
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 289 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Francisco Ferreira Ramos
(86) 3222-6523
R Rio Grande do Sul 1030 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
In Neurofisio - Investigacao de Neurol. e Neurof
(86) 223-1718
Gabriel Ferreiraz/Nate 1125 - /1126 986
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Manoel Baldoino Leal Filho
(86) 3226-1766
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 670 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Antonio de Padua Rego Junior
(86) 3221-1023
R Coelho de Resende 123 - Sul
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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