Tratamento epilepsia Rio Verde, Goiás

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Rio Verde.

Vanessa Maia Costa
(62) 3283-2630
Pc Gilson Alves de Souza Pc 18 - 140 Inst Neurologico
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Elvira Luzia Gomes de Oliveira e Seabra
(62) 3586-0530
Av 1 - 473 Elo Clinica
Goiania, Goiás
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Rogerio Safatle Barros
(62) 3572-9000
R 8 - Sl 9 377 Hosp Santa Maria
Goiania, Goiás
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Marcos Alessandro Leao
(62) 3291-6419
R 37 - Sl 104 17 Samaritano Especiali
Goiania, Goiás
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Rodrigo Carvalho da Silva Campos
(62) 3252-5050
R T 0028 - 819
Goiania, Goiás
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Valdivino Jose Vieira Junior
(62) 3259-7882
Rua C-148 54 - Hosp Mat Jd America
Goiania, Goiás
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Carlos Roberto Sampaio Assis Drumond
(62) 3219-9052
R 0095 - 99
Goiania, Goiás
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Monica Cristina de Borges Rojas
(62) 3230-2000
Av das Nacoes 16 - Hosp Sao Silvestre
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Reuber Le Senechal Braga
(62) 3282-8000
Rod Br 153 Km 8 - 5 0 Clin Santa Monica
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Helio Fernandes da Silva Filho
(62) 3235-7925
Av 148 - 1309 Cen Med Jd America
Goiania, Goiás
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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