Tratamento epilepsia São João del Rei, Minas Gerais

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em São João del Rei.

Ednea Conceicao Neves de Resende
(32) 3379-2036
Neurocirurgia Neurologia
Sao Joao del Rei, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Rodrigo Otavio de Melo Franco Ferreira
3442-1920
Av Antonio Carlos 1694 - Sl 09
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Peter Joviano Coutinho
322-2839
R Rio Grande do Norte 63 - Sala 51
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Rodrigo Moreira Faleiro
333-9714
R Uberaba 500
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Mauro Augusto Tostes Ferreira
333-9800
Av Raja Gabaglia 1002
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Walid Homaidan
(33) 3271-5561
R. Artur Bernardes 910
Governador Valadares, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Hector Luis Coraspe Leon
(34) 3318-9200
Rua Constituiçao 751 - 751
Uberaba, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Leandro de Souza Cruz
(32) 3215-4453
Av Rio Branco 2817 - 1505
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Flavio Falcometa Neves
323-2154
Av Barao do Rio Branco 2406 - 109
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Chafy Bara
323-2323
Rua Vicente Beghelli 315
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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