Tratamento epilepsia Sete Lagoas, Minas Gerais

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Sete Lagoas.

Rodrigo Santiago Gomez
313-2413
Av Brasil 283 - Sala 705
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Leandro de Souza Cruz
(32) 3215-4453
Av Rio Branco 2817 - 1505
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Roldao Luiz de Almeida Coelho
(31) 3241-3055
R Domingos Vieira 300 - Sala 1001
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Narcelio Laponez da Silveira
324-1372
Av Brasil 283 - Sala 407
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Ricardo Jose Paixao de Araujo
3391-3807
R Maranhao 99 - Sala 603
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Mauricio Augusto Bragagnolo
323-2154
Av Barao do Rio Branco 2406 - 109
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Ronaldo Tornel da Silveira
323-2163
Rua Halfeld 414 - 1202
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Cleverson Martins Kill
335-3353
R Couropita 547
Contagem, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Amaury Bara
(32) 3215-2011
Av Rio Branco 3231 - 801 e 802
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Rodrigo de Mattos Labruna
329-3255
Av do Contorno 6777 - Salas 1314 e 1315
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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