Tratamento epilepsia Sete Lagoas, Minas Gerais

Pesquisadores constataram que a prática de esportes pode beneficiar os portadores de epilepsia. "Os neurocientistas explicam que, esses pacientes estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados", destaca o autor. Conheça os detal Consulte a lista de especialistas da área, em Sete Lagoas.

Valeria Loureiro Rocha
348-9600
Av Silviano Brandao 1600
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Paulo Sergio Curzio
(32) 3215-4430
Av Rio Branco 2595 - 907
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Romero de Castro Vieira
3290-1212
R Paracatu 747
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Glaúcia Quindere Pimentel
(32) 3421-2532
R. Dr. Sobral 319 - 2º Andar
Cataguases, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Marcelo Maroco Cruzeiro
323-2136
Rua Espirito Santo 1115 - 2005
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Flavio Jose Barbosa Leite
(32) 3215-3920
Av Rio Branco 2679 - Andar Intermediario
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Sebastiao Nataniel Silva Gusmao
3273-0610
R dos Otoni 909 - Sala 409
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Walid Homaidan
(33) 3271-5561
R. Artur Bernardes 910
Governador Valadares, Minas Gerais
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Sarah Teixeira Camargos
(31) 3241-2406
Grão Pará 85 - 506
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Ana Laura Maciel Almeida
323-2169
Av Dr Jose Procopio Teixeira 395
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
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Tratamento epilepsia

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia.

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1 % da população mundial.

De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica.

Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Judô X epilepsia

Arida e Scorza ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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