Problemas respiratórios Crato, Ceará

Conheça as recomendações do imunologista Antônio Condino Neto para evitar as doenças comuns de inverno. Aprenda a se prevenir contra doenças respiratórias. "Os cuidados para evitar o ressecamento nasal são importantes para o conforto do paciente", ele diz. Consulte a lista de especialistas da área, em Crato.

Evelyne Santana Girao
3261-6565
Av Desembargador Moreira 2120
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

Dados Divulgados por
Roberta dos Santos Silva Luiz
3087-3896
R Antonio Augusto 1271
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

Dados Divulgados por
Ana Maria de Oliveira
3224-1569
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Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

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Roberto da Justa Pires Neto
4009-0357
Av Pontes Vieira 2531
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

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Celisia Maria R Castelo Branco
3244-7899
R Desemb Leite Albuquerque 158
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

Dados Divulgados por
Maria de Jesus Gomes
3287-2575
Av Bezerra de Menezes 2712
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

Dados Divulgados por
Dionne Bezerra Rolim
3254-4220
R Ildefonso Albano 1481
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

Dados Divulgados por
Erico Gomes de Oliveira
3253-1353
R Rodrigues Junior 1310
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

Dados Divulgados por
Francisco Heli Cavalcante Lima
3223-4894
R Professor Anacleto 42
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

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Celia Maria Fiuza de Albuquerque
3278-4789
R Senador Carlos Jereissati 834
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Infectologia

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Problemas respiratórios

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Pediatra dá dicas sobre problemas respiratórios no inverno.

Todos os anos, durante o inverno, aumenta o número de pessoas com problemas respiratórios. As temperaturas mais baixas elevam em cerca de 60% a incidência de resfriados, gripes e infecções respiratórias e piora das alergias respiratórias. “O tempo seco e frio, aliado à poluição ambiental e ao maior confinamento em ambientes fechados e pouco arejados, faz com que as pessoas com asma ou rinite tenham crises mais freqüentes e intensas”, diz o médico Antônio Condino Neto, pediatra da Unicamp e imunologista da USP.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam de 100 a 150 milhões de pessoas com asma no mundo. Segundo a Academia Brasileira de Rinologia (ABR), cerca de 30% da população brasileira sofre de rinite alérgica e a taxa de pacientes com acometimento de doenças respiratórias (incluindo as doenças infecciosas) pode chegar a 50%.

Alguns sintomas como narinas irritadas, sensação de ressecamento nasal e até sangramento do nariz podem afetar qualquer pessoa, especialmente aquelas com histórico de rinite alérgica. “Esses sintomas podem piorar os problemas respiratórios e, em alguns casos, aumentar o risco de infecções”, afirma o especialista.

Segundo Condino, quando a mucosa do nariz está desidratada, a freqüência dos batimentos mucociliares – fina camada de cílios microscópicos que reveste a parte interna do nariz – fica paralisada e não desempenha sua função de filtrar o ar que entra no organismo. Os anticorpos e proteínas antimicrobianas presentes no muco nasal têm sua eficácia reduzida frente ao ressecamento nasal. “Como resultado, o sistema respiratório fica mais exposto aos componentes tóxicos ou irritantes presentes no ar (fumaça de automóveis, das indústrias e de cigarros), aos microorganismos inalados (vírus, bactérias, alérgenos) e à agressividade do ar-condicionado e do clima seco ou frio”, explica o médico.

Para manter as vias aéreas livres de impurezas é recomendada a limpeza nasal, cerca de quatro vezes ao dia, com solução ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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