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Problemas respiratórios Francisco Morato, São Paulo

Conheça as recomendações do imunologista Antônio Condino Neto para evitar as doenças comuns de inverno. Aprenda a se prevenir contra doenças respiratórias. "Os cuidados para evitar o ressecamento nasal são importantes para o conforto do paciente", ele diz. Consulte a lista de especialistas da área, em Francisco Morato.

Maria do Carmo da Costa Brum
Av Antonio Segre 477
Jundiai, São Paulo
Rosana Del Bianco
Rua Groelandia 68
São Paulo, São Paulo
Fabio Franco
Av. Angelica 916 - Cj. 802 8º Andar
São Paulo, São Paulo
Helio de Vasconcelos Lopes
(11) 3887-6392
Av Brig Luis Antonio 4178
São Paulo, São Paulo
Eduardo Ronner Lagonegro
(11) 3285-2746
Av. Paulista 575 - Conj. 1208
São Paulo, São Paulo
Maria Luiza Paes Brussi
(11) 3682-0713
Dr. Carlos Moraes de Barros 79
Osasco, São Paulo
Eduardo Franco
(11) 3747-1233
Al Purus 105
Barueri, São Paulo
Luiz Carlos Buchalla
115-5736
R Vergueiro 2087 - Conjunto 1504
São Paulo, São Paulo
Lidia Aiko Hamamoto
Av. Reboucas 1104 - Cj. 22
São Paulo, São Paulo
Anderson Jose Dias da Silva
(11) 2589-0373
Rua Alfredo Pujol 177 - Sala 1
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Problemas respiratórios

Pediatra dá dicas sobre problemas respiratórios no inverno.

Todos os anos, durante o inverno, aumenta o número de pessoas com problemas respiratórios. As temperaturas mais baixas elevam em cerca de 60% a incidência de resfriados, gripes e infecções respiratórias e piora das alergias respiratórias. “O tempo seco e frio, aliado à poluição ambiental e ao maior confinamento em ambientes fechados e pouco arejados, faz com que as pessoas com asma ou rinite tenham crises mais freqüentes e intensas”, diz o médico Antônio Condino Neto, pediatra da Unicamp e imunologista da USP.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam de 100 a 150 milhões de pessoas com asma no mundo. Segundo a Academia Brasileira de Rinologia (ABR), cerca de 30% da população brasileira sofre de rinite alérgica e a taxa de pacientes com acometimento de doenças respiratórias (incluindo as doenças infecciosas) pode chegar a 50%.

Alguns sintomas como narinas irritadas, sensação de ressecamento nasal e até sangramento do nariz podem afetar qualquer pessoa, especialmente aquelas com histórico de rinite alérgica. “Esses sintomas podem piorar os problemas respiratórios e, em alguns casos, aumentar o risco de infecções”, afirma o especialista.

Segundo Condino, quando a mucosa do nariz está desidratada, a freqüência dos batimentos mucociliares – fina camada de cílios microscópicos que reveste a parte interna do nariz – fica paralisada e não desempenha sua função de filtrar o ar que entra no organismo. Os anticorpos e proteínas antimicrobianas presentes no muco nasal têm sua eficácia reduzida frente ao ressecamento nasal. “Como resultado, o sistema respiratório fica mais exposto aos componentes tóxicos ou irritantes presentes no ar (fumaça de automóveis, das indústrias e de cigarros), aos microorganismos inalados (vírus, bactérias, alérgenos) e à agressividade do ar-condicionado e do clima seco ou frio”, explica o médico.

Para manter as vias aéreas livres de impurezas é recomendada a limpeza nasal, cerca de quatro vezes ao dia, com solução ...

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