Problemas respiratórios Nossa Senhora do Socorro, Sergipe

Conheça as recomendações do imunologista Antônio Condino Neto para evitar as doenças comuns de inverno. Aprenda a se prevenir contra doenças respiratórias. "Os cuidados para evitar o ressecamento nasal são importantes para o conforto do paciente", ele diz. Consulte a lista de especialistas da área, em Nossa Senhora do Socorro.

Clínica Dom Paiva Ltda Enfermaria
(83) 221-5620
vl Treze de Maio, 331, Centro
João Pessoa, Paraíba
 
Ilson Antonio Senne Cavalca
(123) 122-2825
r J Bonifacio, 303
Guaratinguetá, São Paulo
 
Panorama Country Clube
(212) 742-0956
r Cármem Gomes,Profa, 69, Panorama
Teresópolis, Rio de Janeiro
 
Moises A Nascimento
(353) 271-1783
r Doutor Wadih Bacha SN
Lambari, Minas Gerais
 
Renato SP Rodrigues
(353) 222-1193
r Doná Margarida, 46, Vila Pinto
Varginha, Minas Gerais
 
Benedicto Ruivo Jr
(12) 242-2905
r S J Moreira, 759
Pindamonhangaba, São Paulo
 
Helsinki Carriello
(43) 857-2212
r Moises Lupion, 688
Arapoti, Paraná
 
Oncovida Oncohematologia Sc Ltda
(12) 232-4807
r Operarios, 89
Taubaté, São Paulo
 
Clínica Psiquiatria Psic Med Tradicional Chinesa Ltda
(313) 227-2066
r Sta R Durão, 321, sl 1101
Belo Horizonte, Minas Gerais
 
Associacao Funcionarios Publicos Est S Paulo
(12) 263-1260
r B G Cezar, Campos do Jordão
Campos do Jordao, São Paulo
 

Problemas respiratórios

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Pediatra dá dicas sobre problemas respiratórios no inverno.

Todos os anos, durante o inverno, aumenta o número de pessoas com problemas respiratórios. As temperaturas mais baixas elevam em cerca de 60% a incidência de resfriados, gripes e infecções respiratórias e piora das alergias respiratórias. “O tempo seco e frio, aliado à poluição ambiental e ao maior confinamento em ambientes fechados e pouco arejados, faz com que as pessoas com asma ou rinite tenham crises mais freqüentes e intensas”, diz o médico Antônio Condino Neto, pediatra da Unicamp e imunologista da USP.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam de 100 a 150 milhões de pessoas com asma no mundo. Segundo a Academia Brasileira de Rinologia (ABR), cerca de 30% da população brasileira sofre de rinite alérgica e a taxa de pacientes com acometimento de doenças respiratórias (incluindo as doenças infecciosas) pode chegar a 50%.

Alguns sintomas como narinas irritadas, sensação de ressecamento nasal e até sangramento do nariz podem afetar qualquer pessoa, especialmente aquelas com histórico de rinite alérgica. “Esses sintomas podem piorar os problemas respiratórios e, em alguns casos, aumentar o risco de infecções”, afirma o especialista.

Segundo Condino, quando a mucosa do nariz está desidratada, a freqüência dos batimentos mucociliares – fina camada de cílios microscópicos que reveste a parte interna do nariz – fica paralisada e não desempenha sua função de filtrar o ar que entra no organismo. Os anticorpos e proteínas antimicrobianas presentes no muco nasal têm sua eficácia reduzida frente ao ressecamento nasal. “Como resultado, o sistema respiratório fica mais exposto aos componentes tóxicos ou irritantes presentes no ar (fumaça de automóveis, das indústrias e de cigarros), aos microorganismos inalados (vírus, bactérias, alérgenos) e à agressividade do ar-condicionado e do clima seco ou frio”, explica o médico.

Para manter as vias aéreas livres de impurezas é recomendada a limpeza nasal, cerca de quatro vezes ao dia, com solução ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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