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Problemas respiratórios Petrópolis, Rio de Janeiro

Conheça as recomendações do imunologista Antônio Condino Neto para evitar as doenças comuns de inverno. Aprenda a se prevenir contra doenças respiratórias. "Os cuidados para evitar o ressecamento nasal são importantes para o conforto do paciente", ele diz. Consulte a lista de especialistas da área, em Petrópolis.

Miguel Abud Marcelino
(24) 2231-4168
R do Imperador 288 - Sl. 914
Petropolis, Rio de Janeiro
Mauro Sergio Treistman
257-0498
R. Cd. de Bonfim 370 - 814
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Marcos Noberto Giordano
(21) 249-5256
Av. Érico Veríssimo 901 - 201
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Valeria Ribeiro Gomes
(21) 2553-9679
Pr de Botafogo 210 - Sl. 307
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rosangela Cavalcante Xavier
(22) 2759-0799
R. Dr. Luis Belegard 148 - 207
Macae, Rio de Janeiro
Claudio Coletti Junior
228-5478
R. 2 de Dezembro 78 - 607
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fatima Moreiras Ferreira
256-5850
R. Cd. de Bonfim 422 - 707
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Celso Ferreira Ramos Filho
2235-5634
Av. Ns. de Copacabana 680 - 1114
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rogerio de Oliveira Gomes
228-4872
R. Sto. Afonso 44 - 704
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Andre Bastos Daher
(21) 3348-5019
Av. Comandante Guaranys 447 - Jacarepaguá
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
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Problemas respiratórios

Pediatra dá dicas sobre problemas respiratórios no inverno.

Todos os anos, durante o inverno, aumenta o número de pessoas com problemas respiratórios. As temperaturas mais baixas elevam em cerca de 60% a incidência de resfriados, gripes e infecções respiratórias e piora das alergias respiratórias. “O tempo seco e frio, aliado à poluição ambiental e ao maior confinamento em ambientes fechados e pouco arejados, faz com que as pessoas com asma ou rinite tenham crises mais freqüentes e intensas”, diz o médico Antônio Condino Neto, pediatra da Unicamp e imunologista da USP.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam de 100 a 150 milhões de pessoas com asma no mundo. Segundo a Academia Brasileira de Rinologia (ABR), cerca de 30% da população brasileira sofre de rinite alérgica e a taxa de pacientes com acometimento de doenças respiratórias (incluindo as doenças infecciosas) pode chegar a 50%.

Alguns sintomas como narinas irritadas, sensação de ressecamento nasal e até sangramento do nariz podem afetar qualquer pessoa, especialmente aquelas com histórico de rinite alérgica. “Esses sintomas podem piorar os problemas respiratórios e, em alguns casos, aumentar o risco de infecções”, afirma o especialista.

Segundo Condino, quando a mucosa do nariz está desidratada, a freqüência dos batimentos mucociliares – fina camada de cílios microscópicos que reveste a parte interna do nariz – fica paralisada e não desempenha sua função de filtrar o ar que entra no organismo. Os anticorpos e proteínas antimicrobianas presentes no muco nasal têm sua eficácia reduzida frente ao ressecamento nasal. “Como resultado, o sistema respiratório fica mais exposto aos componentes tóxicos ou irritantes presentes no ar (fumaça de automóveis, das indústrias e de cigarros), aos microorganismos inalados (vírus, bactérias, alérgenos) e à agressividade do ar-condicionado e do clima seco ou frio”, explica o médico.

Para manter as vias aéreas livres de impurezas é recomendada a limpeza nasal, cerca de quatro vezes ao dia, com solução ...

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