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Problemas respiratórios Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul

Conheça as recomendações do imunologista Antônio Condino Neto para evitar as doenças comuns de inverno. Aprenda a se prevenir contra doenças respiratórias. "Os cuidados para evitar o ressecamento nasal são importantes para o conforto do paciente", ele diz. Consulte a lista de especialistas da área, em Santa Cruz do Sul.

Jane Margarete Costa
(55) 3221-8941
Pinheiro Machado 2350 - 307 B
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Paulo Renato Petersen Behar
(51) 3343-4100
Av. Bagé 1292 - Apto 301
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Márcia de Lima Rodrigues
(53) 3233-5140
Av Major Carlos Pinto 420
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Alexandre Prehn Zavascki
(51) 3362-1850
Jose Scutari 260
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Ana Maria Sandri
(51) 3336-1235
Av. Ipiranga 6690 - Sl 704
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Marilia Maria dos Santos Severo
(51) 3343-4100
Av. Bagé 1292 - Apto 301
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Roseli Stone Vieira
533-2339
R Aquidaban 746 - C
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Thays Kepplin Prola
(51) 3311-4144
Rua Santo Antônio 434 - 302
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Eduardo Sprinz
(51) 3330-2961
Av. Taquara 198 - Cj. 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Edson Lucas Colome
(51) 715-1039
r Marechal Deodoro, 1015, Centro
Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul
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Problemas respiratórios

Pediatra dá dicas sobre problemas respiratórios no inverno.

Todos os anos, durante o inverno, aumenta o número de pessoas com problemas respiratórios. As temperaturas mais baixas elevam em cerca de 60% a incidência de resfriados, gripes e infecções respiratórias e piora das alergias respiratórias. “O tempo seco e frio, aliado à poluição ambiental e ao maior confinamento em ambientes fechados e pouco arejados, faz com que as pessoas com asma ou rinite tenham crises mais freqüentes e intensas”, diz o médico Antônio Condino Neto, pediatra da Unicamp e imunologista da USP.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam de 100 a 150 milhões de pessoas com asma no mundo. Segundo a Academia Brasileira de Rinologia (ABR), cerca de 30% da população brasileira sofre de rinite alérgica e a taxa de pacientes com acometimento de doenças respiratórias (incluindo as doenças infecciosas) pode chegar a 50%.

Alguns sintomas como narinas irritadas, sensação de ressecamento nasal e até sangramento do nariz podem afetar qualquer pessoa, especialmente aquelas com histórico de rinite alérgica. “Esses sintomas podem piorar os problemas respiratórios e, em alguns casos, aumentar o risco de infecções”, afirma o especialista.

Segundo Condino, quando a mucosa do nariz está desidratada, a freqüência dos batimentos mucociliares – fina camada de cílios microscópicos que reveste a parte interna do nariz – fica paralisada e não desempenha sua função de filtrar o ar que entra no organismo. Os anticorpos e proteínas antimicrobianas presentes no muco nasal têm sua eficácia reduzida frente ao ressecamento nasal. “Como resultado, o sistema respiratório fica mais exposto aos componentes tóxicos ou irritantes presentes no ar (fumaça de automóveis, das indústrias e de cigarros), aos microorganismos inalados (vírus, bactérias, alérgenos) e à agressividade do ar-condicionado e do clima seco ou frio”, explica o médico.

Para manter as vias aéreas livres de impurezas é recomendada a limpeza nasal, cerca de quatro vezes ao dia, com solução ...

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