Psiquiatras Brasília, DF

Encontre psiquiatras em Brasília. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Arte Terapia Clínicas Exames-Detran-Telefax
(61) 3340-1472
Cln 215 Bl B, s/n s 210, Asa Norte
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Alencastro, Lúcia H D
(61) 3321-4580
Crs 503 Bl A, s/n en 49 an 2, Asa Sul
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Actual Clínica Médica e Psicologia
(61) 3223-2219
Scs Q 6 Bl A, s 514, Asa Sul
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Agitilá Instituto de Psicologia
(61) 8134-8277
Clsw 105 Bl C, s/n Sala 150, Setor Sudoeste
Brasília, DF

Dados Divulgados por
André Luiz Braga Queiroz -psicólogo
(61) 3041-0252
av Shin Ca1, Bloco A, Sala, 129
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Almeida, Rita C T H
(61) 3326-1858
Scn Q 2 Bl D, s/n s 509, Asa Norte
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Ângela Lins Clínica Humanos Psicologia
(61) 3245-8214
SGAS 915, s/n lt 71 bl C s 104, Asa Sul
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Biotipo Psicologia
(61) 3242-2314
SEPS 709/909, s/n bl F s 3, Asa Sul
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Capse - Clínica Psico-Sócio-Educacional
(61) 3435-0763
av Jequitiba, Lt 685 S 140, Águas Claras
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Andre Luiz Braga Queiroz
(61) 3041-0252
Lg Shin Ca1 - Bloco a - Sala 129
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Psiquiatras

Fornecido por: 

Estima-se que 17% dos adultos sofrem ou já sofreram de depressão. Por ser facilmente confundido com um eventual estado de mau-humor ou um desânimo natural, o problema não é prontamente detectado. De fato, há uma diferença entre ser depressivo e estar depressivo. Mas a depressão é considerada uma doença, e como tal, exige um tratamento específico.

Um grupo do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas de São Paulo pesquisa desde 2000 novos tratamentos para doença que utilizam a estimulação magnética transcraniana como metodologia. Convencionalmente são receitados medicamentos específicos para depressão e nos casos mais graves é empregada a eletroconvulsoterapia (ECT) - cuja atuação se dá por meio de choques elétricos. Mas as novas formas de tratamentos propostas não têm nada a ver com choques elétricos.

A estimulação magnética transcraniana atua no cérebro do paciente através da liberação de uma grande quantidade de energia. Por vinte minutos, ele é submetido a uma tensão de cerca de 4 mil volts e um intensidade de 5 mil ampères, liberados em 0,2 milissegundos - o que constitui um campo magnético semelhante ao de um aparelho de ressonância magnética, entre 1,5 e 2,0 tesla. Mas esses dados podem variar de acordo com as particularidades de cada paciente.

O Dr. Marco Antonio Marcolin, responsável pelas pesquisas, explica que os estímulos atravessam o escalpo e o osso do crânio, atingido o cérebro sem causar dor ao paciente. No cérebro, a alternância desse campo magnético (ligado e desligado por várias vezes) gera uma corrente elétrica paralela à corrente elétrica primária, mas em sentido contrário. A região estimulada é chamada "córtex dorso-lateral pré-frontal esquerdo" - estudos de imagem verificaram hipoatividade nesta parte do cérebro em pacientes de depressão. Marcolin ressalta que a estimulação magnética transcraniana praticamente não apresenta efeitos colaterais. "Alguns pacientes se queixam de uma leve dor de cabeça após a sessão. Outros efeitos são muito brandos e transitórios".

O novo processo pode ser usado tanto como opção para pacientes refratários ao medicamento, como para redução do tempo de tratamento da doença. Marcolin diz que os antidepressivos podem levar até 8 semanas para começar a surtir efeito no paciente, mas salienta que a estimulação magnética transcraniana acelera esse processo e reduz o tempo de tratamento. Marcolin acrescenta que o grupo do IPq é pioneiro a nível mundial no estudo da aceleração do efeito de antidepressivos. Em janeiro deste ano, um artigo deste estudo foi publicado pela revista Biological Psichiatry.

Atualmente estão sendo realizados testes de eficácia da estimulação magnética transcraniana em ambiente exclusivo de pesquisa. De acordo com o Marcolin, muitos anos ainda separam este novo tratamento de sua aplicação clínica, mas alguns esforços já podem ser feitos nesse sentido. "Talvez esteja chegando a hora de sug...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net