Diagnóstico da osteoporose Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Entenda como é executado o exame que diagnostica a osteoporose. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais explicam os índices da densidade mineral óssea - DMO. Confira os detalhes desse processo analítico. Consulte a lista de especialistas da área, em Campo Grande.

Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
R Rua da Paz 561 - Sala 04
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clínica Alvorecer
(67) 3326-1461
r Goiás, 1210 Vila Paraíso
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Castoc Clínica Polícia Civil
(67) 3384-5427
r Antônio Maria Coelho, 295
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
CFIPS
(67) 3321-6760
r Bahia, 812 Jardim dos Estados
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Angiomed Serviços Médicos e Laboratoriais Ltda
(79) 3211-3134
r João Calanzas,Ver, 93, Centro
Aracaju, Sergipe

Dados Divulgados por
Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Clínica Bittencourt
(67) 3324-2211
r 7 de Setembro, 2500 Vila XV de Novembro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Centro Médico
(67) 3321-2988
r 15 de Novembro, 1017 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Ana Paula Lanza Paes-Pediatra Neonatologista
(67) 3327-0129
r Mar Antilhas, 19 Chácara Cachoeira
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Centro Medico Jorge Abri
(67) 3321-8921
r Antônio Maria Coelho, 2912 Vila da Saúde
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Diagnóstico da osteoporose

Fornecido por: 

Osteoporose - Como é diagnosticada a osteoporose?

A densidade mineral óssea (DMO) é a medida da quantidade de tecido calcificado no osso e, é usada no diagnóstico da osteoporose pois, a correlação entre a resistência óssea e o conteúdo mineral ósseo é um bom indicativo.

Na infância, a DMO é relativamente baixa e o pico máximo é alcançado na juventude. Entretanto, com a idade, ocorre uma queda desse valor, sendo que nas mulheres ela é mais acentuada devido à menopausa, pois o declínio do hormônio ovariano estrogênico tem um papel importante na manutenção da força óssea. Fatores como uso prolongado de prednisona (um fármaco corticóide), alguns anticonvulsivantes quimioterapia, excesso de álcool e/ou fumo, baixa ingesta de cálcio e/ou vitamina D e inatividade física prolongada podem reduzir a densidade óssea e, ainda, desencadear um excesso da atividade da glândula tireoide com conseqüente produção excessiva do paratormônio (hiperparatireoidismo primário).

...


Fig 1 -
DMO de coluna lombar de paciente do sexo feminino com 60 anos de idade, dentro dos limites da normalidade.

A DMO reduzida aumenta o risco de fraturas com quedas menos graves e menos freqüentes logo, a detecção da osteoporose pela medida da DMO é muito útil na previsão de riscos de fratura e serve como ponto de partida para estabelecer o tratamento.

O principal método de diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, que visa a quantificação da DMO através; entretanto, como em outras patologias, a história clínica, o exame físico e exames subsidiários são de grande valia.

Para se traçar a história clínica deve-se inquirir a idade da menopausa, presença de fatores familiares, hábitos alimentares, atividade física, uso de café, cigarro ou álcool.

No exame físico pode-se verificar a deformidade da coluna e, deve-se incluir dados de peso e altura, para acompanhamento.

Os exames subsidiários utilizados são os laboratoriais e de imagem sendo, aqueles, geralmente normais na osteoporose primária. Rotineiramente, solicita-se hemograma, VHS, eletroforese de proteínas, provas de função renal, dosagens de cálcio e fósforo, fosfatase alcalina e calciúria de 24 horas. O nível de cálcio endógeno excretado é diretamente relacionado ao aparecimento da osteoporose. Saúde em Movimento.com.br

Sempre que necessário, solicita-se os marcadores de formação e de reabsorção óssea. São considerados marcadores de formação a fosfatase alcalina óssea, a osteocalcina e o pró-colágeno tipo I

C-Terminal Peptídeo (PICP). A fosfatase alcalina aumenta na formação óssea. O valor da fosfatase alcalina total inclui fosfatases produzidas nos rins, fígado, intestino e ossos, portanto, é mais fiel a dosagem da fostatase alcalina óssea. A osteocalcina (Bone Gla Protein ou BGP) informa sobre a atividade osteoblástica. O pró-colágeno tipoI C-Terminal peptídeo (PICP) é a forma mais comum de colágeno presente nos ossos.

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net