Diagnóstico da osteoporose Luziânia, Goiás

Entenda como é executado o exame que diagnostica a osteoporose. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais explicam os índices da densidade mineral óssea - DMO. Confira os detalhes desse processo analítico. Consulte a lista de especialistas da área, em Luziânia.

Rosa Christina a Figueiredo
(62) 3541-6022
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marise Amaral Reboucas Moreira
(62) 3230-1050
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Mariella Saponara Vianna
(62) 3212-5207
R 9 - Horario Marcado
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Fernanda Carneiro Beraldo
623-2816
Al Coronel Joaquim de Bastosº 248
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Wilza de Castro Rabelo Suanno
(62) 3241-8040
Av 136 960 - Esp Med Espaco Vital
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Maria Luiza Rebelo Pinheiro de L Vieira
(62) 3224-6915
Rua Tres A 170 - Setor Aeroporto
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Wanderley Ribeiro Borges de Figueiredo
(62) 3224-0078
Av Oeste 3 - Vitalabor
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Euler de Bastos Morais
R 9a (062) 2125207
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Julieta Dias Coelho
(62) 3265-0444
Av 5a Avenida 80 - Cebrom
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Luiz Murilo Martins de Araujo
(62) 3221-9000
R 3 - C 63 Lab Padrao
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Diagnóstico da osteoporose

Fornecido por: 

Osteoporose - Como é diagnosticada a osteoporose?

A densidade mineral óssea (DMO) é a medida da quantidade de tecido calcificado no osso e, é usada no diagnóstico da osteoporose pois, a correlação entre a resistência óssea e o conteúdo mineral ósseo é um bom indicativo.

Na infância, a DMO é relativamente baixa e o pico máximo é alcançado na juventude. Entretanto, com a idade, ocorre uma queda desse valor, sendo que nas mulheres ela é mais acentuada devido à menopausa, pois o declínio do hormônio ovariano estrogênico tem um papel importante na manutenção da força óssea. Fatores como uso prolongado de prednisona (um fármaco corticóide), alguns anticonvulsivantes quimioterapia, excesso de álcool e/ou fumo, baixa ingesta de cálcio e/ou vitamina D e inatividade física prolongada podem reduzir a densidade óssea e, ainda, desencadear um excesso da atividade da glândula tireoide com conseqüente produção excessiva do paratormônio (hiperparatireoidismo primário).

...


Fig 1 -
DMO de coluna lombar de paciente do sexo feminino com 60 anos de idade, dentro dos limites da normalidade.

A DMO reduzida aumenta o risco de fraturas com quedas menos graves e menos freqüentes logo, a detecção da osteoporose pela medida da DMO é muito útil na previsão de riscos de fratura e serve como ponto de partida para estabelecer o tratamento.

O principal método de diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, que visa a quantificação da DMO através; entretanto, como em outras patologias, a história clínica, o exame físico e exames subsidiários são de grande valia.

Para se traçar a história clínica deve-se inquirir a idade da menopausa, presença de fatores familiares, hábitos alimentares, atividade física, uso de café, cigarro ou álcool.

No exame físico pode-se verificar a deformidade da coluna e, deve-se incluir dados de peso e altura, para acompanhamento.

Os exames subsidiários utilizados são os laboratoriais e de imagem sendo, aqueles, geralmente normais na osteoporose primária. Rotineiramente, solicita-se hemograma, VHS, eletroforese de proteínas, provas de função renal, dosagens de cálcio e fósforo, fosfatase alcalina e calciúria de 24 horas. O nível de cálcio endógeno excretado é diretamente relacionado ao aparecimento da osteoporose. Saúde em Movimento.com.br

Sempre que necessário, solicita-se os marcadores de formação e de reabsorção óssea. São considerados marcadores de formação a fosfatase alcalina óssea, a osteocalcina e o pró-colágeno tipo I

C-Terminal Peptídeo (PICP). A fosfatase alcalina aumenta na formação óssea. O valor da fosfatase alcalina total inclui fosfatases produzidas nos rins, fígado, intestino e ossos, portanto, é mais fiel a dosagem da fostatase alcalina óssea. A osteocalcina (Bone Gla Protein ou BGP) informa sobre a atividade osteoblástica. O pró-colágeno tipoI C-Terminal peptídeo (PICP) é a forma mais comum de colágeno presente nos ossos.

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net