Diagnóstico da osteoporose Nossa Senhora do Socorro, Sergipe

Entenda como é executado o exame que diagnostica a osteoporose. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais explicam os índices da densidade mineral óssea - DMO. Confira os detalhes desse processo analítico. Consulte a lista de especialistas da área, em Nossa Senhora do Socorro.

Menilson Menezes
(79) 3216-1480
Rua Frei Paulo 331
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Leila Nacer de Oliveira
(79) 3211-2165
R Silveiramonsenhor 412
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria Jose Machado
(79) 3214-0680
Rua Monsenhor Silveira 342
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Vania Maria Menezes de Andrade Franca
(79) 3213-7590
Rua Vila Cristina 288 - Gma
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Gilcelio Gonçalves de Almeida
(79) 3214-2626
Av Goncalo Prado Rolembergº 211 - Sala 905
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Nutrologia

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Cynthia Figueiredo Leite
(79) 3213-0807
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Almiro Alves de Oliva Sobrinho
(79) 3214-0819
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Augusto Soares Barreto Filho
(79) 3213-7555
Av Goncalo Prado Rolemberg 211 - Sala 202
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Nadja Faro Batinga
(79) 3213-7590
Rua Vila Cristina 288 - Gma
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

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Edla do Amaral Costa Cruz
(79) 3216-1408
Rua Frei Paulo 331 - Cl.Santa Helena
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

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Diagnóstico da osteoporose

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Osteoporose - Como é diagnosticada a osteoporose?

A densidade mineral óssea (DMO) é a medida da quantidade de tecido calcificado no osso e, é usada no diagnóstico da osteoporose pois, a correlação entre a resistência óssea e o conteúdo mineral ósseo é um bom indicativo.

Na infância, a DMO é relativamente baixa e o pico máximo é alcançado na juventude. Entretanto, com a idade, ocorre uma queda desse valor, sendo que nas mulheres ela é mais acentuada devido à menopausa, pois o declínio do hormônio ovariano estrogênico tem um papel importante na manutenção da força óssea. Fatores como uso prolongado de prednisona (um fármaco corticóide), alguns anticonvulsivantes quimioterapia, excesso de álcool e/ou fumo, baixa ingesta de cálcio e/ou vitamina D e inatividade física prolongada podem reduzir a densidade óssea e, ainda, desencadear um excesso da atividade da glândula tireoide com conseqüente produção excessiva do paratormônio (hiperparatireoidismo primário).

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Fig 1 -
DMO de coluna lombar de paciente do sexo feminino com 60 anos de idade, dentro dos limites da normalidade.

A DMO reduzida aumenta o risco de fraturas com quedas menos graves e menos freqüentes logo, a detecção da osteoporose pela medida da DMO é muito útil na previsão de riscos de fratura e serve como ponto de partida para estabelecer o tratamento.

O principal método de diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, que visa a quantificação da DMO através; entretanto, como em outras patologias, a história clínica, o exame físico e exames subsidiários são de grande valia.

Para se traçar a história clínica deve-se inquirir a idade da menopausa, presença de fatores familiares, hábitos alimentares, atividade física, uso de café, cigarro ou álcool.

No exame físico pode-se verificar a deformidade da coluna e, deve-se incluir dados de peso e altura, para acompanhamento.

Os exames subsidiários utilizados são os laboratoriais e de imagem sendo, aqueles, geralmente normais na osteoporose primária. Rotineiramente, solicita-se hemograma, VHS, eletroforese de proteínas, provas de função renal, dosagens de cálcio e fósforo, fosfatase alcalina e calciúria de 24 horas. O nível de cálcio endógeno excretado é diretamente relacionado ao aparecimento da osteoporose. Saúde em Movimento.com.br

Sempre que necessário, solicita-se os marcadores de formação e de reabsorção óssea. São considerados marcadores de formação a fosfatase alcalina óssea, a osteocalcina e o pró-colágeno tipo I

C-Terminal Peptídeo (PICP). A fosfatase alcalina aumenta na formação óssea. O valor da fosfatase alcalina total inclui fosfatases produzidas nos rins, fígado, intestino e ossos, portanto, é mais fiel a dosagem da fostatase alcalina óssea. A osteocalcina (Bone Gla Protein ou BGP) informa sobre a atividade osteoblástica. O pró-colágeno tipoI C-Terminal peptídeo (PICP) é a forma mais comum de colágeno presente nos ossos.

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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